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Fachada da fábrica FB Bombas em Cabreúva-SP
Empresa 100% Brasileira
FB BOMBAS
Sucroenergético

Bombas para Usinas SucroalcooleirasGuia Técnico Completo de Seleção

Treze pontos de bombeamento distintos em uma usina de açúcar e álcool — caldo, mel final, vinhaça quente, etanol anidro, óleo térmico. Critérios de seleção, materiais, selagem e a linha FB Bombas aplicada à safra brasileira.

Atualizado em 18 min de leitura·Equipe de Engenharia FB Bombas

Resposta técnica FB Bombas

Uma usina sucroalcooleira moderna tem treze pontos de bombeamento distintos, cada um com fluido, temperatura, viscosidade e pH diferentes — do caldo misto a 35 °C até a vinhaça quente a 105 °C e o etanol anidro a 78 °C com pressão de vapor próxima da saturação. Não existe uma única série de bomba que atenda todos: uma usina típica usa centrífugas normalizadas (FBCN) para fluidos de baixa viscosidade, engrenagem externa (FBE) para xarope e mel rico, engrenagem interna (FBEI) para mel final e melaço viscoso, e bombas de óleo térmico (FBOT) para os sistemas de aquecimento. A FB Bombas fabrica as quatro séries desde 1944 em Cabreúva-SP e acompanha a safra brasileira há mais de seis décadas. Este guia mapeia cada ponto de bombeamento da usina ao equipamento correto e aos critérios técnicos que garantem uma safra inteira sem paradas não programadas.

1. Os treze pontos de bombeamento de uma usina sucroalcooleira

Uma usina sucroalcooleira é, do ponto de vista do bombeamento, não uma planta — é uma coleção de processos acoplados, cada um com seu próprio fluido característico.

Não há uma "bomba da usina": há a bomba de caldo misto, a bomba de caldo clarificado, a bomba de lodo do decantador, a bomba de xarope, a bomba de massa cozida, a bomba de mel rico, a bomba de mel final, a bomba de mosto em fermentação, a bomba de vinho delevedurado, a bomba de vinhaça quente, a bomba de etanol hidratado, a bomba de etanol anidro e, em plantas com geração própria, a bomba de óleo térmico dos refervedores.

Cada ponto tem temperatura diferente, viscosidade diferente, pH diferente, presença de sólidos diferente — e requer uma decisão de seleção diferente.

A tabela a seguir sintetiza os treze pontos com os parâmetros de seleção mais relevantes e a família de bomba FB Bombas adequada. Os valores representam faixas típicas observadas em usinas do Centro-Sul brasileiro; cada usina tem variações locais que precisam ser validadas com dados reais da operação.

PontoTemp. (°C)Visc. (cP)pHSérie FB
Caldo misto (saída moenda)30-351,5-35,0-5,4FBCN
Caldo clarificado95-1000,8-1,26,8-7,2FBCN
Lodo do decantador80-9050-2007,0FBCN robustecida
Xarope (60-65 Brix)65-7080-1506,5FBCN ou FBE
Massa cozida A (templa)65-705.000-15.0006,5FBE ou FBEI
Mel rico (mel A/B)55-60800-2.5006,0-6,5FBE
Mel final / melaço45-558.000-30.0005,5-6,0FBEI
Mosto em fermentação32-342-44,0-4,5FBCN
Vinho delevedurado30-321,53,8-4,2FBCN
Vinhaça quente (fundo coluna)95-1050,8-1,03,5-4,5FBCN duplex
Etanol hidratado (96 °GL)35-780,5-1,1neutroFBCN + motor Ex
Etanol anidro (99,6 °GL)35-800,4-0,7neutroFBCN + motor Ex
Óleo térmico (refervedores)250-3001-3n/aFBOT
Treze pontos de bombeamento em uma usina sucroalcooleira típica

2. As cinco aplicações mais críticas da usina

Nem todas as treze bombas da usina custam igual quando falham. Cinco delas, quando param, param toda a destilaria — e uma hora parada de destilaria, no pico da safra, é estimada entre oitenta mil e cento e cinquenta mil reais em produção perdida.

Essas cinco aplicações merecem atenção especial de especificação, não porque sejam mais sofisticadas, mas porque combinam dois ou mais fatores agressivos simultaneamente: temperatura elevada, abrasão por sólidos, corrosão por pH ácido, cavitação por NPSH marginal ou viscosidade extrema.

  • 1. Vinhaça quente do fundo da coluna de destilação — 105 °C, pH 3,8, 6% de TDS, simultaneamente abrasiva e corrosiva. Exige carcaça e rotor em aço duplex UNS S31803 (ou superduplex em casos severos); inox 304 sofre pitting em poucas semanas; inox 316L só serve para vinhaça resfriada. A cavitação por NPSHa marginal é endêmica porque o fluido sai quase saturado da coluna.
  • 2. Mel final a 50 °C — viscosidade média de 20 mil cP, comportamento não-newtoniano, completamente inadequado para bombas centrífugas. A engrenagem interna FBEI é a única tecnologia estável nessa faixa; as linhas de alimentação precisam ser traçadas com vapor saturado a 2-3 bar para manter o fluido a 50-55 °C e evitar cristalização nas folgas da bomba.
  • 3. Massa cozida A — mistura de sólidos cristalizados em suspensão viscosa. Exige FBE ou FBEI com folgas internas alargadas, rotação reduzida (não acima de 450 rpm) para não esmagar o cristal de açúcar, e procedimento de lavagem obrigatório após cada parada.
  • 4. Etanol anidro a 78 °C — pressão de vapor próxima de 100 kPa, praticamente atmosférica, tornando o NPSH requerido o dobro do necessário para o etanol hidratado. A sucção afogada com coluna mínima de 4-5 metros é mandatória, e o selo mecânico precisa ser duplo pressurizado (plano API 682 tipo 53B) com reservatório de nitrogênio — não existe água disponível para um plano 32 tradicional sem diluir o produto final.
  • 5. Lodo do decantador Dorr — cerca de 10% de sólidos floculados a 85 °C, que entopem rapidamente impelidores fechados convencionais. Exige impelidor semiaberto e largo, com passagem livre de 20-30 mm, e operação próxima ao BEP para evitar deposição no interior da voluta.

3. Bomba para melaço e mel final: a curva de viscosidade que define a tecnologia

O mel final é provavelmente o fluido mais exigente de qualquer planta industrial brasileira em operação rotineira. A cerca de 40 °C, sua viscosidade atinge 35 mil cP — quase mil vezes mais viscoso que a água. A 60 °C, cai para cerca de 6 mil cP. A 80 °C, chega a 1.200 cP.

Esses números definem uma restrição absoluta de tecnologia de bombeamento: acima de aproximadamente 5.000 cP, uma bomba centrífuga perde eficiência abaixo de 30%, cavita internamente, e o custo energético por metro cúbico transferido torna-se proibitivo. Por isso, o mel final é universalmente bombeado com engrenagem interna da linha FBEI.

A linha de alimentação também precisa ser tratada com cuidado. Velocidades recomendadas são baixas: 0,5 a 0,8 m/s para mel final, 1,0 a 1,5 m/s para xarope e melaço mais fluido. Acima dessa faixa, a perda de carga no atrito viscoso cresce rapidamente e inviabiliza o sistema.

Todas as linhas de mel final em uma usina moderna são traçadas com vapor saturado a 2-3 bar, mantendo o fluido estável entre 50 °C e 55 °C — a faixa ideal para bombeamento.

Fluido40 °C60 °C80 °CBrix
Melaço (xarope concentrado)1.200 cP250 cP80 cP60-65
Mel final (esgotado)35.000 cP6.000 cP1.200 cP85-90
Viscosidade de melaço e mel final em função da temperatura

4. Vinhaça: o pior fluido da usina

A vinhaça é o produto residual da destilação do vinho fermentado. Sai do fundo da coluna a 103-108 °C, praticamente saturada, e precisa ser bombeada imediatamente para os trocadores de calor e para a fertirrigação.

Suas propriedades combinam tudo o que um projetista de bombas preferiria evitar: temperatura alta, sólidos em suspensão, sólidos dissolvidos em concentração elevada (25 mil a 45 mil mg/L de TDS), pH ácido entre 3,5 e 4,5, e teor de cloretos que varia de 100 a mais de 1.500 mg/L dependendo da matéria-prima e do processo.

Essa combinação elimina imediatamente qualquer material ferroso comum e descarta também o aço inox AISI 304, que sofre corrosão por pite em poucas semanas de operação contínua.

O material técnico correto para vinhaça quente é o aço duplex UNS S31803, aplicado à carcaça, ao impelidor e ao eixo. O duplex combina dois fatores essenciais: a resistência ao pitting é muito superior à dos austeníticos comuns (PRE > 35), e a resistência mecânica permite projetar impelidores mais finos, reduzindo o peso e o custo total. Para vinhaça já resfriada aos trocadores subsequentes (tipicamente abaixo de 60 °C), o aço inox AISI 316L passa a ser adequado.

A escolha depende estritamente da temperatura do ponto específico da linha, não de uma especificação única para todo o circuito.

As falhas típicas de bombas de vinhaça aparecem em quatro categorias: pitting localizado em material inadequado, erosão-corrosão na voluta por velocidade excessiva (acima de 3 m/s), ruptura do selo mecânico por choque térmico no startup a frio, e fadiga no eixo por operação prolongada fora do BEP. Cada uma dessas falhas é prevenível com especificação correta, mas combinam-se frequentemente quando a usina compra a bomba "mais barata" baseada apenas em catálogo.

5. Etanol hidratado versus etanol anidro: o que muda na bomba

A diferença entre bombear etanol hidratado (96 °GL) e etanol anidro (99,6 °GL) parece pequena no papel mas é enorme na prática. A densidade cai de 807 kg/m³ a 35 °C para 735 kg/m³ a 78 °C no anidro — uma redução de 9% que desloca o BEP. A viscosidade, que já era baixa, cai à metade. E o parâmetro mais crítico: a pressão de vapor.

O etanol hidratado a 35 °C tem pressão de vapor de cerca de 14 kPa; o etanol anidro operando próximo do seu ponto de ebulição, a 78 °C, atinge cerca de 100 kPa — praticamente atmosférica. O NPSH requerido do anidro é aproximadamente o dobro do hidratado, e o sistema precisa ser projetado para sucção afogada com coluna mínima de 4 a 5 metros acima do eixo da bomba.

A selagem é o segundo ponto que muda completamente. No etanol anidro não existe água disponível para um plano API 682 tipo 32 tradicional — qualquer injeção de água diluiria o produto e inviabilizaria a especificação de pureza exigida pela ANP. O padrão técnico é o plano 53B, selo duplo pressurizado com fluido de barreira (tipicamente glicol ou óleo mineral leve) pressurizado por nitrogênio acima da pressão de processo.

Alternativamente, em instalações mais modernas, são usados selos secos (planos 75/76) com detecção de vazamento por sensor diferencial. Qualquer que seja a escolha, os elastômeros precisam ser FKM (Viton) — o EPDM comum incha rapidamente no etanol. As faces do selo preferidas são carbeto de silício contra carbeto de silício.

Finalmente, toda a área de bombas de etanol é classificada como Zona 1 ATEX dentro de um raio de três metros da bomba — qualquer falha do selo gera atmosfera explosiva. O motor deve ser certificado Ex d IIB T3 no mínimo, o acoplamento precisa ter guarda antifaísca, e o sistema de aterramento equipotencial é mandatório.

A FB Bombas fornece skids completos com motorização WEG ou Siemens já certificada pelo fabricante do motor conforme a Portaria INMETRO 179/2010 para atendimento direto ao setor.

6. A realidade da safra e o MTBF mínimo de 6.500 horas

A safra sucroalcooleira do Centro-Sul brasileiro vai de abril a novembro, cerca de 240 dias de operação 24 horas por dia sem parada. São aproximadamente 4.200 horas por ano de regime contínuo — quase duas vezes o tempo de operação de uma fábrica convencional. Depois, a usina entra em entressafra, de dezembro a março, cerca de 120 dias dedicados à manutenção de todo o parque rotativo.

Esse ciclo define completamente os critérios de especificação: a bomba precisa sobreviver uma safra inteira sem intervenção não planejada, porque qualquer parada no pico da moagem custa caro demais.

O MTBF alvo mínimo para bombas críticas de uma usina sucroalcooleira é 6.500 horas — um número que não é arbitrário, mas derivado diretamente do número de horas da safra mais uma margem de segurança operacional. Bombas que não atingem esse número ou são superdimensionadas na especificação, ou operam longe do BEP por defeito de projeto do sistema, ou foram escolhidas pelo preço em vez da adequação técnica.

O overhaul de entressafra típico inclui desmontagem completa, ensaio dimensional de impelidor e anéis de desgaste, substituição integral do selo mecânico e dos rolamentos, substituição de juntas, alinhamento a laser bomba-motor, teste de performance em bancada e repintura.

7. Matriz de materiais por ponto de bombeamento

A seleção de materiais em uma usina sucroalcooleira não segue uma regra única. Cada aplicação combina uma composição química diferente com uma temperatura diferente e um nível de abrasão diferente — e a resposta correta é uma combinação específica de material de corpo, impelidor, faces do selo mecânico e elastômero secundário.

A tabela a seguir resume as combinações técnicas recomendadas para as aplicações mais críticas, reunindo a prática de décadas de fornecimento para o setor.

AplicaçãoCorpoImpelidorFaces do seloElastômero
Caldo misto/clarificadoFerro fundido nodularCA6NMSiC / CarbonoEPDM
Vinhaça quenteDuplex UNS S31803Duplex UNS S31803SiC / SiCFKM (Viton)
Mel final (FBEI)Aço carbonoAço-liga endurecidoGaxeta ou SiCFKM (Viton)
Etanol anidroAISI 316LAISI 316LSiC / SiC (duplo)FKM (Viton)
Óleo térmico (FBOT)FoFo ou aço A216 WCBFerro fundidoCarbeto + grafite alta temp.Klingersil / grafite
Combinações de materiais recomendadas por aplicação

8. Por que quatro séries FB Bombas atendem uma única usina

Uma usina sucroalcooleira é uma das poucas plantas industriais que usa várias das famílias de bombas fabricadas pela FB Bombas. Esse é um bom indicador da complexidade do parque rotativo: não existe uma solução única, e tentar padronizar tudo em uma só tecnologia gera ou superdimensionamento enorme ou falhas crônicas de operação.

A FB Bombas acompanha o setor sucroalcooleiro brasileiro há mais de seis décadas, e a linha de produtos atual é resultado direto dessa experiência acumulada em campo. Cada uma das quatro séries usadas em uma usina típica resolve um subconjunto específico de pontos de bombeamento, e a escolha entre elas segue critérios técnicos claros.

A linha FBCN — bomba centrífuga normalizada horizontal de sucção axial — é a família mais usada, cobrindo todos os pontos de baixa viscosidade: caldo misto, caldo clarificado, mosto em fermentação, vinho delevedurado, vinhaça (em versão duplex), etanol hidratado e anidro (em versão ATEX). A linha FBE, engrenagem externa, cobre xarope, mel rico e massa cozida, onde a viscosidade está entre 500 e 5.000 cP.

A linha FBEI, engrenagem interna, domina o mel final e o melaço acima de 5.000 cP, onde baixa pulsação e menor cisalhamento tornam-se críticos. E a linha FBOT atende aos sistemas de óleo térmico de aquecimento dos refervedores e das dornas, onde a temperatura do fluido chega a 300 °C em operação contínua.

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Perguntas Frequentes

As dúvidas que chegam à nossa engenharia em pedidos de orçamento reais — respondidas aqui antes de você ligar.

  • Posso usar a mesma bomba para caldo misto e vinhaça quente?
    Não. O pH, o teor de cloretos e a temperatura são incompatíveis. O caldo opera bem em ferro fundido revestido ou ferro nodular; a vinhaça quente exige aço duplex UNS S31803. Usar inox 316L para vinhaça a 105 °C causa pitting em semanas.
  • Por que minha bomba de mel final perde eficiência no meio da safra?
    Quase sempre por cristalização nas folgas internas devido à queda de temperatura na linha de alimentação. Verifique o traceamento a vapor e o isolamento térmico da tubulação até a bomba. Manter o mel entre 50 °C e 55 °C é mandatório para estabilidade do fluxo.
  • Centrífuga serve para bombear melaço?
    Apenas abaixo de 3.000 cP (melaço a temperatura elevada, acima de 70 °C). Acima disso o rendimento cai abaixo de 30% e a bomba entra em cavitação interna. Para mel final esgotado, que tem 6.000 a 35.000 cP, a bomba para melaço correta é sempre a de engrenagem interna (FBEI).
  • Qual rotação devo usar em uma FBE para massa cozida?
    Entre 350 e 450 rpm no máximo. Rotações mais altas esmagam o cristal de açúcar e comprometem a qualidade do produto a jusante. Use redutor de velocidade entre motor e bomba para atingir essa faixa.
  • Selo simples serve para etanol anidro?
    Não. O etanol anidro exige selo mecânico duplo pressurizado no plano API 682 tipo 53B, com fluido de barreira pressurizado por nitrogênio. O plano 32 tradicional com água externa não serve porque diluiria o produto final, violando a especificação de pureza da ANP.
  • Inox 304 resolve o problema da vinhaça?
    Apenas para vinhaça fria (abaixo de 40 °C) e com baixo teor de cloretos. Para vinhaça quente o padrão correto é aço duplex UNS S31803; para vinhaça já nos trocadores resfriada, o 316L atende adequadamente. O 304 é sempre inadequado para essa aplicação.
  • Por que a vibração aumenta no fim da safra?
    É o sintoma clássico de fim de vida útil do impelidor e dos anéis de desgaste. O aumento da folga por desgaste eleva a recirculação interna, e a própria recirculação gera desbalanceamento hidráulico perceptível por sensor de vibração. É o momento de programar o overhaul de entressafra.
  • Bomba de caldo precisa ser sanitária?
    Não. O caldo é uma corrente de processo industrial, não um produto final em contato com o consumidor. Exige limpeza e material compatível com pH do caldo, mas não os padrões sanitários (SIP/CIP) exigidos em laticínios ou bebidas engarrafadas. Ferro nodular ou ferro fundido revestido atende perfeitamente.
  • Posso reduzir o NPSH requerido instalando um indutor na bomba?
    Sim, mas o ganho é limitado a 30-40%. Para aplicações realmente críticas como etanol anidro ou vinhaça quente, reprojetar a sucção (aumentar o diâmetro, reduzir o comprimento, eliminar curvas) é mais eficaz do que instalar indutor. Use indutor apenas como complemento.
  • FBE ou FBEI para mel final?
    FBEI (engrenagem interna). A engrenagem interna tem menor pulsação, menor cisalhamento e operação mais silenciosa, três fatores relevantes para o mel final acima de 5.000 cP. FBE (externa) continua adequada para mel rico e xarope na faixa de viscosidade média.

Vocabulário técnico citado neste guia — clique para ver a definição completa.

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A engenharia FB Bombas em Cabreúva-SP dimensiona sua bomba a partir dos dados reais da sua operação — fluido, vazão, NPSH disponível, temperatura, materiais compatíveis e selagem. Curvas medidas em bancada própria, prazo de 12 a 20 semanas, oitenta anos de fabricação nacional.

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