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Bombas para Usinas Termelétricas, Hidrelétricas e de Biomassa: Guia do Balance-of-Plant Brasileiro

Critérios para avaliar água de resfriamento, utilidades, óleo lubrificante e fluido térmico em usinas. Separe cada serviço e confira a configuração documentada de FBCN, FBE e FBOT.

Resposta técnica FB Bombas

A bomba para usina termelétrica, hidrelétrica ou de biomassa se escolhe serviço por serviço: água de resfriamento e de serviço, drenagem, óleo lubrificante, fluido térmico e alimentação de caldeira têm requisitos diferentes. A FB descreve as séries pelo fluido: a centrífuga normalizada FBCN, para líquidos limpos ou turvos, com máximos de série não simultâneos de 2.200 m³/h e 135 m (manual MTEC-03/00, p.1); a bomba de engrenagem externa FBE, para fluidos viscosos como os óleos, de 30 a 100.000 SSU, com pressão de descarga de até 22 kgf/cm² na linha (catálogo FBE 2026, p.3); e a FBOT, para óleos térmicos orgânicos até 350 °C (catálogo FBOT 2026, p.2). Acima dos 135 m da FBCN, a multiestágio FBME, com até 300 m e 140 °C (MTEC-08/01, p.1), pode ser comparada. Com sólidos em suspensão, os manuais mandam consultar a FB; comando hidráulico de alta pressão, condensado sob vácuo e polpas exigem verificação específica, e a presença dessas séries não significa cobertura de toda a usina.

1. Os três tipos de usina e sua pegada de bombeamento

Termelétricas, hidrelétricas e instalações de cogeração possuem auxiliares distintos. Cogeração combina produção de eletricidade e aproveitamento de calor; pode usar biomassa, mas não é uma categoria que exclua termelétricas. O diagrama do processo define quais circuitos de água, óleo e condensado existem.

Use a tabela para organizar a consulta, não como lista fechada de equipamentos. Vazão, altura, pressão de sucção, temperatura, composição e criticidade precisam ser informadas para cada serviço.

A FB descreve as séries pelo fluido, e não pelo setor elétrico. A FBCN e a FBME são desenvolvidas para líquidos limpos ou turvos (MTEC-03/00 e MTEC-08/01, p.1); a FBE, para fluidos viscosos (MTEC-01/01, p.1), com os óleos entre as aplicações do catálogo FBE 2026 (p.3); e a FBOT, para óleos térmicos orgânicos, sem partículas abrasivas nem materiais que ataquem quimicamente a bomba (catálogo FBOT 2026, p.2).

Por isso cada circuito da usina se liga a uma série pelo líquido e pelos limites da configuração, como na lista abaixo.

  • FBCN, centrífuga normalizada: DN25 a 300 mm, até 2.200 m³/h, 135 m, 260 °C e 3.500 rpm, máximos não simultâneos (MTEC-03/00, p.1). Água de resfriamento, água de serviço e utilidades.
  • FBME, centrífuga multiestágio: DN 80 a 150, até 400 m³/h, 300 m e 140 °C (MTEC-08/01, p.1). Pontos de água acima da altura da FBCN, como pode ocorrer na alimentação de caldeira.
  • FBE, bomba de engrenagem externa: viscosidade de 30 a 100.000 SSU e pressão de descarga de até 22 kgf/cm² na linha (catálogo FBE 2026, p.3), com 100.000 SSU só de 3″ a 6″ (p.5). Transferência e circulação de óleo.
  • FBOT, bomba de óleo térmico: DN 25 a 300, até 2.200 m³/h, 135 m, 350 °C e 3.500 rpm, máximos não simultâneos (catálogo FBOT 2026, p.2). Circuito de fluido térmico, quando existir.
Tipo de usinaCircuitos a levantarAvaliação de séries FBLimites que exigem atenção
Termelétrica (gás, carvão, biomassa)Resfriamento, utilidades, óleo e condensadoFBCN, FBE ou FBOT conforme fluido e pontoAlta pressão, vácuo, sólidos e serviço crítico
HidrelétricaResfriamento, drenagem, óleo e serviçosFBCN e FBE somente dentro do envelope aprovadoÓleo de alta pressão não equivale a transferência
Cogeração a biomassa (bagaço)Água-vapor, resfriamento e auxiliares do processoSelecionar cada corrente; óleo térmico só se previstoFeedwater, condensado e líquidos com sólidos
Circuitos a identificar por tipo de instalação

2. Termelétrica: mapear os serviços auxiliares

A lista abaixo diferencia doze serviços possíveis; não estabelece que toda termelétrica tenha esses mesmos pontos. Substitua faixas genéricas pelos dados do projeto e pelas condições medidas. A potência elétrica da usina, isoladamente, não seleciona uma bomba.

Na FBCN, a execução da câmara de selagem acompanha a água do serviço (item 10 do MTEC-03/00, p.11). A ST, padrão, lubrifica pelo próprio fluido e serve para líquidos limpos e não agressivos até 160 °C.

A S1 sela com líquido limpo de fonte externa e serve também à bomba que succiona de tanque sujeito a vácuo ou a pressão abaixo da atmosférica; a S2 recebe líquido de fonte externa para partículas sólidas ou pequenas fibras em suspensão; e a S3 lava com líquido limpo de fonte externa quando há partículas abrasivas ou tendência de cristalização, as três até 105 °C; com fonte externa, não é possível usar câmara de resfriamento.

Com selo mecânico, a execução segue a linha S, conforme a aplicação.

Captação de água bruta, purga com sedimentos e remoção de cinzas trazem sólidos. Para fluidos com sólidos em suspensão, o manual FBCN manda consultar a FB (item 2.3, p.7), e a tabela não presume a FBCN para polpa.

#AplicaçãoDados hidráulicosFluido e operaçãoCritério de seleção
1Circulação torre de resfriamentoVazão, altura e nível da baciaQuímica e temperatura sazonaisFBCN se curva e materiais compatíveis
2Condensador auxiliarCurva do circuito e perdasQualidade da água e troca térmicaConferir ponto e pressão da carcaça
3Closed-loop auxiliary cooling (CCW)Vazão térmica e perdas de circulaçãoFluido e pressão de enchimentoFBCN conforme configuração
4Service waterDemanda, simultaneidade e pressãoAnálise da águaValidar materiais e vedação
5Transferência de água desmineralizadaNíveis, vazão e alturaPureza e compatibilidade químicaConstrução conforme especificação
6Captação de água brutaNível mínimo, sucção e curvaSedimentos e detritosVerificar sólidos e NPSH
7Blowdown de torre/caldeiraPressão, vazão e possibilidade de vaporizaçãoConcentração e temperaturaAvaliação específica do serviço
8Remoção de cinzas (ash sluicing)Vazão, altura e concentração de sólidosGranulometria e abrasividadeNão presumir FBCN para polpa
9Incêndio (NFPA 20 / NBR 16704)Vazão e pressão do projeto aprovadoReserva e requisitos locaisConjunto e documentação de incêndio
10Lube oil de turbina (transferência)Vazão e pressão diferencialViscosidade na partida e regimeFBE dentro do envelope da configuração
11Drenagem de poços (sumps)Níveis, escorva e vazão de entradaSólidos e acesso para manutençãoTecnologia conforme líquido e instalação
12Power pack hidráulicoPressão e ciclos do atuadorÓleo e requisitos do fabricanteAlta pressão pode exceder a FBE
Dados necessários por serviço auxiliar

Atenção

API 610 trata de bombas centrífugas para petróleo, petroquímica e gás natural; não é sinônimo de toda bomba de alimentação de caldeira. A norma contratual, a edição adotada e os requisitos da usina devem ser especificados separadamente dos limites do catálogo FB.

3. Bombas para hidrelétrica: água de serviço e circuitos de óleo

O manual de auxiliares do Bureau of Reclamation diferencia resfriamento, drenagem e sistemas de óleo. Essas funções têm condições distintas; não se deve atribuir cobertura integral a FBCN e FBE apenas pela ausência de um ciclo água-vapor.

Informe o equipamento atendido, a condição normal e a contingência. Para resfriamento de geradores e mancais, os requisitos do fabricante e a temperatura sazonal da água são entradas da seleção. Para drenagem, inclua nível mínimo, sólidos, escorva e acesso para manutenção.

Óleo para transferência de reservatório, lubrificação e acionamento de governador não representa o mesmo serviço. Para a linha FBE, o catálogo 2026 publica pressão de descarga de até 22 kgf/cm² (p.3), com limites menores por configuração na tabela de seleção (p.6); um comando hidráulico de pressão superior fica fora desse alcance. Pureza, filtragem, redundância e pressão devem seguir o equipamento atendido, sem um código ISO 4406 universal.

Na FBE, a viscosidade define a rotação. O catálogo FBE 2026 (p.5) recomenda 1.750 rpm em transmissão direta de 30 a 250 SSU, 1.150 rpm de 250 a 2.500 SSU e 850 rpm de 2.500 a 7.500 SSU; acima disso, de 700 a 150 rpm com polia ou redutor, até 100.000 SSU nos modelos de 3″ a 6″.

A bomba não tem rotor nem rolamento: os eixos giram em buchas, que o catálogo (p.3) lista em bronze autolubrificante, ferro fundido, PTFE, grafite ou metal patente, e rolamento só existe no mancal externo opcional. A vedação é por gaxeta, selo mecânico ou retentor, e a válvula de alívio interna está entre os acessórios (p.3).

Para a água de resfriamento de geradores e mancais e para a água de serviço, a FBCN se avalia pela curva, com a pressão máxima de recalque em função da temperatura nas Figuras 1 e 2 do manual (p.6). A FBCN tem construção back-pull-out, que permite retirar a parte do mancal da voluta sem desconectar nem desalinhar a tubulação (MTEC-03/00, p.1).

Drenagem com bomba submersa não é execução documentada no manual FBCN, e a tecnologia se confirma com os dados do poço.

Nota

Ao consultar sobre óleo de turbina, identifique a função: transferência, circulação, lubrificação principal ou comando hidráulico. Pressão e requisitos do fabricante podem mudar completamente a tecnologia necessária.

4. Biomassa e cogeração: separar energia e processo

O Anuário Estatístico de Energia Elétrica 2026 da EPE registra 66,1 TWh de bioeletricidade em 2025 e participação de 8,5% na matriz de geração. O total inclui principalmente bagaço de cana e licor preto; não equivale apenas à eletricidade exportada por usinas de açúcar.

Em um ciclo a vapor, identifique alimentação da caldeira, condensado, resfriamento e usos de vapor do processo. Pressões e temperaturas vêm do projeto da caldeira e da turbina, não de uma faixa fixa atribuída a toda usina de biomassa.

Na alimentação de caldeira, a pressão de recalque precisa superar a da caldeira mais a diferença de nível e as perdas, e a água chega perto da saturação. Acima dos 135 m da FBCN, a multiestágio FBME, com até 300 m e 140 °C nos dados gerais do MTEC-08/01 (p.1), pode ser comparada dentro de suas curvas e limites. O cálculo passo a passo está na página de água quente industrial, nos próximos passos.

A FBOT deve ser considerada quando existir um circuito de fluido térmico, com produto e condições documentados. A presença de cogeração não comprova que caldo, mosto ou destilação sejam aquecidos por óleo térmico.

Pelo catálogo FBOT 2026 (p.2), a FBOT bombeia óleos térmicos orgânicos em alta temperatura sem necessidade de refrigeração externa, tem construção back pull-out e veda o mancal com duplo sistema de segurança: gaxetas de grafite e selo mecânico imerso no próprio óleo térmico, operando em baixa temperatura. Os dados da linha vão até 2.200 m³/h, 135 m, 350 °C e 3.500 rpm, e os máximos não são atingidos simultaneamente por um único modelo ou ponto de operação.

A pressão máxima de recalque varia com a temperatura (manual MTEC-16/00, Figura 1, p.5).

Água, vinhaça e caldo devem ser analisados como correntes diferentes. Para vinhaça, envie composição, temperatura, sólidos e condições de sucção; não presuma material, rotor ou plano de selo pelo nome do fluido. O projeto de incêndio também deve ter dimensionamento e documentação próprios.

5. Desafios técnicos: química, NPSH e materiais

Nas torres, evaporação e purga alteram a concentração de sais. O DOE recomenda acompanhar a química da água e controlar os ciclos conforme o tratamento e as condições locais. Isso precisa ser considerado junto com a demanda hidráulica.

A BMP #10 do FEMP, programa do Departamento de Energia dos EUA, dá o balanço: reposição = evaporação + purga + arraste, e os ciclos de concentração são a razão entre os sólidos dissolvidos da purga e os da reposição, conferida pela condutividade das duas águas. Muitos sistemas operam entre dois e quatro ciclos, e seis ou mais podem ser possíveis, conforme a água de reposição e o tratamento.

A água que chega à bomba de circulação é a concentrada, e é ela que define material e vedação.

A análise de compatibilidade deve abranger água de reposição, concentração durante a operação e produtos de tratamento. O manual FBCN lista construções em ferro fundido, WCB e CF8M; não publica uma regra de bronze B62 para toda torre nem aprovação universal para água do mar.

Calcule NPSH disponível no menor nível de água e na maior temperatura prevista, incluindo pressão de vapor e perdas reais. Compare com a curva da configuração e a margem apropriada à aplicação. Não há NPSHr universal inferior a 4 m nem margem fixa de 1 m para toda FBCN. Detritos e entrada de ar também precisam de avaliação.

A pressão de vapor sobe com a temperatura: pela tabela de saturação da água do NIST, ela é de 4,25 kPa a 30 °C, cerca de 0,43 m de coluna, e de 7,38 kPa a 40 °C, cerca de 0,76 m. Por isso a conta usa a água mais quente prevista para a bacia ou a captação, e não a média do ano.

Para óleo, informe viscosidade na partida e no regime, pressão diferencial, limpeza e exigências do equipamento. Para poços de drenagem, descreva sólidos e necessidade de escorva. Não se deve tratar a FBCN documentada como bomba submersível, dilaceradora ou de polpa sem uma construção específica comprovada.

6. Materiais FBCN para aplicações de usina

O material deve ser identificado por componente e compatibilidade com o fluido. A tabela separa construções descritas no manual de necessidades especiais que dependem de confirmação. Nenhuma liga, isoladamente, cobre todas as aplicações auxiliares.

O manual FBCN documenta a carcaça em ferro fundido (Figura 1) e em aço carbono A216 WCB e aço inox A743 CF8M (Figura 2), cada uma com a pressão máxima de recalque em função da temperatura (p.6). O material do rotor limita a velocidade periférica (item 6, p.8): até 40 m/s em ferro fundido, 60 m/s em ferro nodular e aço carbono e 80 m/s em aços inoxidáveis.

No rotor inox, o rendimento da curva se reduz em 3 pontos com largura de passagem de até 12 mm e em 2 pontos de 12 a 15 mm, sem redução acima de 15 mm (item 7, Tabela 4).

MaterialReferência de construçãoO que confirmar
Ferro fundidoConstrução descrita no manualQuímica, pressão e temperatura permitidas
Aço WCBConstrução descrita no manualCompatibilidade de cada componente
Inox fundido CF8MConstrução descrita no manualCorrosão, concentração e temperatura reais
Necessidade de liga especialDisponibilidade deve ser confirmadaNão presumir duplex ou aprovação para água do mar
Materiais documentados e condições de avaliação

7. Modelos FBCN recomendados para usinas

Os modelos abaixo são pontos de consulta, não seleções prontas. Bocais identificam interfaces; não comprovam vazão, altura ou rendimento. Use a curva do rotor e da rotação propostos, além dos limites de pressão, materiais e selagem. O manual publica limites gerais de série de 2.200 m³/h e 135 m.

A denominação vem do manual (p.1): em FBCN 150-400, 150 é o diâmetro nominal do flange de recalque e 400, o diâmetro nominal do rotor, em milímetros. A sucção varia por modelo: no 150-400, é DN 200, como na tabela abaixo. A rotação da série vai até 3.500 rpm.

ModeloVerificação necessáriaDN sucçãoDN recalque
FBCN 150-400Água: conferir curva e composição200150
FBCN 200-500Consultar curva e desenho da configuraçãoConsultar desenhoConsultar desenho
FBCN 100-315Resfriamento: conferir requisitos do circuito125100
FBCN 80-250Utilidades: conferir ponto e materiais12580
FBCN 65-200Conferir líquido, sucção e curva10065
FBCN 50-200 inoxCompatibilidade e construção a confirmar8050
Modelos para consulta e interfaces documentadas

8. Contexto do setor elétrico brasileiro

A EPE publicou o BEN 2026 com ano-base 2025. A participação renovável na matriz elétrica foi 86,8%; eólica e solar somaram 26,4% da geração. Esses indicadores descrevem a energia nacional, não a quantidade de bombas demandadas nem a participação comercial da FB Bombas.

Na consulta comercial, identifique proprietário, unidade, serviço e etapa do projeto. A existência de uma geradora no mercado não comprova cadastro ou fornecimento anterior da FB Bombas; referências exigidas devem ser verificadas no processo de compra.

A ANEEL regula e fiscaliza o setor elétrico; o ONS coordena e controla a operação de geração e transmissão no SIN. A especificação da bomba deve reunir requisitos do proprietário, projeto, segurança e normas aplicáveis, sem transformar essas atribuições em certificado de produto.

Para comparar propostas, peça configuração identificada, curva, materiais, limites operacionais, motor, selagem, ensaios e documentação. Prazo, sobressalentes e suporte devem ter escopo confirmado. A cobertura técnica é estabelecida serviço a serviço, sem percentuais genéricos de atendimento à usina.

A FBCN, a FBME, a FBE e a FBOT são fabricadas em Cabreúva-SP, onde a FB tem usinagem CNC, montagem e bancada de ensaio de desempenho conforme ANSI/HI 14.6, a norma de ensaio de bombas rotodinâmicas como a FBCN, a FBME e a FBOT. A curva e o FAT certificados entram quando fazem parte do escopo contratado.

Pronto para orçar a bomba centrífuga?

Envie o fluido, a vazão e a altura manométrica para avaliar a linha FBCN. Para substituição, inclua a placa e o desenho da bomba instalada. A engenharia confirma o modelo e as interfaces na proposta.

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Perguntas frequentes

Respostas técnicas sobre seleção, instalação e operação nesta aplicação.

Posso usar FBCN como bomba de circulação de torre de resfriamento em uma termelétrica de 500 MW?

A potência da usina não basta para selecionar a bomba. Informe vazão, altura, qualidade da água e cenários de operação. A FBCN publica 2.200 m³/h como limite geral da série, não 8.000 m³/h por unidade. Associação em paralelo precisa ser calculada com a curva do sistema, sem promessa automática de maior confiabilidade.

A FB Bombas fabrica bombas API 610 para feedwater principal?

Os documentos FB consultados não comprovam uma linha API 610 para alimentação principal de caldeira. Além disso, API 610 não é uma designação automática para qualquer feedwater acima de 65 bar. Envie a especificação completa para confirmar construção e alcance do fornecimento. Projetos com exigência API 610 se avaliam como solução sob encomenda, com a comprovação definida na proposta.

Qual a vida útil esperada de uma FBCN em serviço de condensador auxiliar?

Não há vida útil universal comprovada em anos. Qualidade da água, cavitação, alinhamento, condições dos mancais e vedação alteram a manutenção. Siga o manual da configuração, acompanhe desempenho e desgaste e defina intervenções pela condição e pelos requisitos da usina.

Como especificar bomba de vinhaça em cogeração sucroalcooleira?

Envie composição, concentração de sólidos, temperatura, densidade, vazão, altura e condições de sucção. Materiais, passagem de sólidos e selagem precisam ser validados para a configuração proposta. Não se fixa CF8M, bronze, plano 54 ou rotação apenas pelo nome vinhaça.

A FBOT aguenta 320 °C continuamente em loop de óleo térmico de cogeração?

A linha FBOT publica temperatura de até 350 °C (catálogo FBOT 2026, p.2), e a pressão máxima de recalque varia com a temperatura (manual MTEC-16/00, Figura 1, p.5). Para operar a 320 °C, confirme fluido, curva, materiais, selagem e instruções de instalação da configuração. O limite de série não é aprovação automática de qualquer óleo térmico nem de qualquer ponto de vazão e altura.

Posso usar FBE em circuitos de óleo lubrificante de turbinas?

Pode ser avaliada para transferência ou circulação compatível com viscosidade, temperatura e pressão da configuração. O fabricante da turbina define requisitos de lubrificação principal, limpeza e redundância. Não confunda esse serviço com acionamento hidráulico de alta pressão, que pode exceder 22 kgf/cm² da série FBE.

Qual a eficiência típica da FBCN no ponto de melhor eficiência (BEP)?

O rendimento deve ser lido na curva da configuração e no ponto especificado. Modelo, diâmetro de rotor, rotação e fluido alteram o resultado. Solicite curva e condição de ensaio; não há base para atribuir a todos os modelos as faixas de 75% a 85% ou 83% a 87%. No rotor inox, o manual reduz o rendimento da curva em 3 pontos até 12 mm de largura de passagem e em 2 pontos de 12 a 15 mm (item 7, Tabela 4).

É necessária alguma certificação ANEEL ou ONS específica para bombas em usina?

A consulta deve reunir normas do contrato, requisitos do proprietário, documentação de segurança e critérios de aceitação. ANEEL e ONS têm atribuições institucionais sobre o setor e sua operação; mencioná-los não comprova certificação da bomba. Qualquer certificado exigido precisa ser identificado e verificado para o fornecimento.

Qual o prazo típico de entrega de uma FBCN configurada para usina?

O prazo deve constar na proposta para a configuração selecionada e os documentos acordados. Informe data de parada ou partida, necessidade de ensaios, sobressalentes e aprovações de desenho. Não há prazo fixo por série que substitua a confirmação comercial.

Quais informações enviar para homologação em uma geradora?

Envie requisitos de cadastro, especificação técnica e documentos exigidos para a compra. Referências de fornecimento e qualificações devem ser comprovadas conforme o processo da geradora. A consulta técnica deve incluir serviço, fluido, ponto de operação e condições de instalação.

Quais bombas a FB Bombas oferece para usina hidrelétrica?

Para a água de resfriamento de geradores e mancais e para a água de serviço, a centrífuga normalizada FBCN, feita para líquidos limpos ou turvos, com máximos de série não simultâneos de 2.200 m³/h e 135 m (MTEC-03/00, p.1). Para transferência e circulação de óleo, a bomba de engrenagem externa FBE, com pressão de descarga de até 22 kgf/cm² na linha e viscosidade de 30 a 100.000 SSU (catálogo FBE 2026, p.3). Comando hidráulico do regulador acima dessa pressão e drenagem com bomba submersa ficam fora do alcance documentado, e, com sólidos em suspensão, o manual FBCN manda consultar a FB.

Seu processo. A especificação certa.

Informe o fluido, a vazão, a pressão e a temperatura de operação. Inclua as condições de sucção e os dados do equipamento instalado, quando houver. Com esse contexto, a equipe FB Bombas avalia sua aplicação.

Falar com a engenharia

Para iniciar a avaliação

  • Fluido e condições de operação
  • Vazão e pressão requeridas
  • Instalação e equipamento atual