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Fachada da fábrica FB Bombas em Cabreúva-SP
Empresa 100% Brasileira
FB BOMBAS
Petroquímica

Bombas para Petroquímica e CombustíveisGuia Técnico de Bases de Distribuição e Terminais

Seleção de bombas para diesel S10, gasolina C, QAV-1, BPF e utilidades em refinaria — NPSH em produtos voláteis, motor à prova de explosão para área classificada Zona 1, planos de selo API 682 e escopo real de atendimento da FB Bombas conforme qualificação CRCC Petrobras.

Atualizado em 18 min de leitura·Equipe de Engenharia FB Bombas

Resposta técnica FB Bombas

Para bombear combustíveis e produtos petroquímicos — diesel S10, gasolina C e óleo combustível BPF aquecido — a FB Bombas fornece duas linhas: a FBCN como bomba centrífuga para petroquímica (normalizada horizontal, para utilidades de refinaria, água de processo e produtos limpos), e a FBE (engrenagem externa) para produtos viscosos aquecidos como o BPF. Ambas são fabricadas em Cabreúva-SP desde 1944 e qualificadas pelo CRCC Petrobras para bases de distribuição, terminais e consumidores industriais de combustível. Este guia cobre a seleção por produto, o cálculo de NPSH em fluidos voláteis, os planos de selo conforme API 682 e quando o requisito cai em hot pump service API 610 — território normativo distinto. Cada produto tem requisitos próprios de NPSH, material, selagem e classificação de área (Ex/INMETRO no motor).

1. Quais são os sete principais produtos petroquímicos e combustíveis que exigem bomba especializada?

Do ponto de vista do bombeamento, o setor de combustíveis e petroquímica brasileiro é dominado por um conjunto restrito de produtos com especificações muito bem definidas pela ANP, pela ABNT e pelas normas internacionais ASTM.

A tabela a seguir reúne os sete principais, com as propriedades físico-químicas mais relevantes para a seleção da bomba: densidade, viscosidade na temperatura de operação, ponto de fulgor, pressão de vapor a 38 °C (crítica para o cálculo de NPSH) e classe de risco conforme a NBR 17.505.

ProdutoDensidade (kg/m³)Visc. 40 °C (cSt)Pv 38 °C (kPa)Classe
Diesel S10820-8652,0-4,5~0,4III-A
Gasolina C (E27)735-7650,5-0,745-60I-A
QAV-1 / Jet A1775-8401,2-1,8~1,0II
Querosene iluminante780-8201,5-2,5~1,5II
GLP líquido (C3/C4)510-5800,2800-1.400I-A
Óleo combustível BPF (HFO)950-1.010380-620desprezívelIII-B
Nafta petroquímica680-7200,4-0,650-80I-A
Produtos do setor petroquímico e de combustíveis — propriedades para seleção de bombas

2. Bomba centrífuga para petroquímica: onde a FB Bombas atende (e onde não)

A honestidade sobre o escopo é um diferencial em um setor onde promessas exageradas causam falhas catastróficas.

A FB Bombas é qualificada pelo CRCC Petrobras para fornecimento a uma série de aplicações específicas dentro da cadeia petroquímica e de combustíveis — mas não é um fabricante de bombas para hot pump service de refinaria, e esse é um território em que a norma internacional API 610 é mandatória e fabricantes de bombas normalizadas de processo não devem concorrer.

Ser claro sobre essa fronteira é o que permite oferecer uma solução tecnicamente correta onde a linha FBCN de fato brilha.

As aplicações corretas para a linha FBCN e FBE no setor são: transferência de diesel, gasolina C, QAV-1 e etanol anidro em bases de distribuição; operações de carregamento e descarga de caminhões-tanque e vagões; transferência tanque-a-tanque em terminais e TRR; utilidades em refinaria (água de processo, água de resfriamento, água de combate a incêndio nas bombas booster e jockey, circuitos de óleo lubrificante de coolers, água desmineralizada); alimentação de caldeiras industriais com BPF aquecido (serviço típico de FBE 1.1/2" a 2"); alimentação de fornos, geradores diesel de emergência e sistemas de óleo térmico associados.

As aplicações fora do escopo — e que devem ser atendidas por fabricantes API 610 especializados — são: hot pump service com bombas de carga de unidades de destilação atmosférica e à vácuo, bombas de carga de hidrotratamento e reforma catalítica, FCC slurry, streams com H₂S elevado, e qualquer serviço contínuo acima de 40 bar com fluido quente.

3. NPSH em produtos voláteis: cálculo concreto para gasolina C

O desafio real de bombear gasolina, QAV-1 e nafta está na pressão de vapor, não na viscosidade. A gasolina C a 38 °C tem pressão de vapor de aproximadamente 50 kPa — cerca de metade da atmosfera. Qualquer erro no cálculo do NPSH disponível leva a cavitação imediata na sucção e degradação acelerada do impelidor.

O exemplo a seguir demonstra o cálculo aplicado a um sistema típico de transferência tanque-a-tanque em uma base de distribuição.

Considere um sistema com tanque atmosférico, nível mínimo dois metros acima do eixo da bomba (sucção afogada), linha de sucção DN100, comprimento total de 30 metros com duas curvas de 90° e um strainer tipo Y. Temperatura ambiente de 30 °C. A pressão atmosférica local é de 101,3 kPa e a pressão de vapor da gasolina a 30 °C é de cerca de 50 kPa. A densidade é 745 kg/m³.

O cálculo do NPSHa fica: primeiro, (Patm − Pv) / (ρ × g) = (101.300 − 50.000) / (745 × 9,81) = 7,02 metros; somando a coluna estática de +2,00 m, subtraindo a perda por atrito na linha e acessórios de aproximadamente 0,8 m a uma vazão de 80 m³/h, e descontando uma margem de segurança de 0,3 m para o strainer parcialmente sujo, chega-se a um NPSHa próximo de 7,9 metros.

O NPSHr típico de uma FBCN 80-200 (DN80 de sucção, vazão nominal de 80 m³/h, rotação de 1.750 rpm) está entre 3,0 e 3,5 metros. A margem disponível de aproximadamente 4,4 metros é confortável. A boa prática do Hydraulic Institute recomenda margem mínima de 1,0 metro acima do NPSHr, ou 1,3 vezes o NPSHr para hidrocarbonetos voláteis.

Em uma configuração com sucção negativa (tanque enterrado, por exemplo 2 metros abaixo do eixo da bomba), o cálculo cai para cerca de 3,0 metros — marginal, exigindo bomba de eixo vertical, rotação reduzida ou instalação de bomba booster dedicada.

NPSHa = (Patm − Pv) / (ρ × g) + Hs − Hf ≈ 7,02 + 2,00 − 0,8 − 0,3 ≈ 7,9 m

Cálculo do NPSHa em fluido volátil (gasolina a 30 °C)

4. ATEX, INMETRO e áreas classificadas Zona 1

Todas as ilhas de bombas e áreas de manipulação de combustíveis voláteis em bases de distribuição e terminais brasileiros operam em Zona 1 (presença provável de atmosfera explosiva) ou Zona 2 (presença improvável e de curta duração), conforme classificação da ABNT NBR IEC 60079-10-1.

O padrão de projeto elétrico em áreas classificadas no Brasil segue também a Petrobras N-2708 para instalações contratadas por aquela empresa, e a prática complementar API RP 500/505.

Uma observação importante de compliance: no Brasil, a certificação equivalente ao selo ATEX europeu é emitida pelo INMETRO conforme a Portaria 179/2010 — ATEX e INMETRO são equivalentes do ponto de vista técnico mas não do ponto de vista legal, e o cliente brasileiro precisa exigir certificação INMETRO, não apenas selo ATEX.

No skid de bomba, isso tem implicações específicas: o motor elétrico precisa ser Ex d IIB T3 para gasolina e GLP, Ex d IIA T3 para diesel e BPF, e em Zona 2 é aceitável Ex nA. O acoplamento entre bomba e motor deve ter guarda antifaísca, tipicamente em bronze ou compósito não metálico, conforme EN 13463-1. O aterramento equipotencial entre bomba, motor, base e skid precisa ter resistência total abaixo de 10 ohms, verificada periodicamente.

A instrumentação (sensores de pressão, transmissores de temperatura, pressostatos) deve ser Ex ia (intrinsecamente segura) ou Ex d, e todos os cabos devem ser passados com prensa-cabo Ex d certificado pelo INMETRO. A FB Bombas fornece skids completos com motorização WEG ou Siemens já certificada INMETRO (Ex), atendendo aos requisitos de área classificada para bases de distribuição e terminais sem exigir que o cliente gerencie a certificação de fornecedores múltiplos.

5. Selagem: planos API 682 aplicados por produto

O selo mecânico é o componente mais crítico de uma bomba em serviço de combustíveis voláteis — não porque seja o mais caro, mas porque sua falha significa emissão direta de vapor inflamável para a atmosfera. A norma API 682 padroniza os planos de selagem, e a escolha entre eles depende do produto, da volatilidade, da compliance ambiental e da tolerância do sistema a complexidade adicional.

Para produtos de baixa volatilidade como diesel S10 e S500, o plano 11 (circulação do recalque pela própria face do selo) é tipicamente suficiente. Para gasolina, nafta e GLP, a regra é selo mecânico duplo com plano 53A ou 53B (barreira pressurizada com fluido limpo), exigido tanto pela volatilidade quanto pelas emissões fugitivas controladas pela CONAMA 382.

O QAV-1 e o querosene ocupam uma posição intermediária: plano 11 ou 13 simples é aceitável no mínimo regulatório, mas o plano duplo é preferível em instalações modernas e em aeroportos onde a ANAC exige controle mais rigoroso.

O óleo combustível BPF aquecido, a 80-90 °C, exige plano 32 (flush externo com fluido limpo para manter a face do selo livre de coqueamento) ou plano 62 (quench externo) — e aqui a escolha cai tipicamente sobre a linha FBE da FB Bombas, que é bomba de engrenagem adequada à viscosidade elevada do BPF a essa temperatura.

A FBCN padrão da FB Bombas sai de fábrica com selo mecânico tipo cartucho conforme ISO 21049 / API 682, faces em carbeto de silício e carbono, e elastômeros em FKM (Viton), cobrindo a maior parte das aplicações de combustíveis não-BPF sem configuração adicional.

6. Diesel S10: o problema da lubricidade reduzida

O diesel S10, com teor máximo de enxofre de 10 ppm, tem lubricidade reduzida em relação ao diesel S500 e ao diesel sem restrição de enxofre.

O ensaio HFRR conforme ASTM D6079 / ABNT NBR 14.359 limita o desgaste a no máximo 460 micrômetros, e aditivos de lubricidade são adicionados pela distribuidora para atender esse limite — mas a margem de segurança em relação à bomba é menor do que no diesel S500.

Para bombas centrífugas como a FBCN, essa redução não tem impacto prático: a lubrificação hidrodinâmica nos mancais externos é feita por graxa ou por óleo do próprio mancal, independente do fluido bombeado. O impacto aparece em dois pontos específicos: nas faces do selo mecânico em serviço de arranque, e em bombas de engrenagem que usam o próprio fluido bombeado para lubrificar os dentes.

Nas faces do selo, o diesel S10 puro pode provocar stick-slip (atrito intermitente) em combinações de faces carbeto contra carbeto. A solução recomendada é especificar faces carbeto de silício contra carbono, ou carbeto de silício contra carbeto de silício com perfil hidropad — configurações que mantêm um filme hidrodinâmico adequado mesmo em arranques a seco.

Para bombas de engrenagem FBE aplicadas ao diesel S10 puro, a recomendação é trabalhar com rotação reduzida (não acima de 1.150 rpm) e folgas levemente alargadas — mas a FBE não é a escolha ideal para diesel limpo, e a FBCN é preferível sempre que a viscosidade do fluido permitir (ou seja, sempre para diesel puro).

7. Pontos típicos de bombeamento em uma base de distribuição

Uma base de distribuição de combustíveis tem entre oito e quinze pontos distintos de bombeamento, dependendo do porte e do número de produtos manuseados. A tabela a seguir reúne os dez pontos mais frequentes, com a faixa típica de vazão e a série FB Bombas aplicável.

Observe que a bomba de alimentação de caldeira com BPF aquecido é o único ponto da base onde a série FBE de engrenagem externa é tipicamente escolhida — todas as demais são centrífugas FBCN em diferentes configurações de material, selagem e certificação.

PontoVazão (m³/h)Série FB
Descarga rodoviária (caminhão → tanque) diesel/gasolina60-120FBCN 80-200 / 100-250
Descarga ferroviária (vagão-tanque)150-300FBCN 100-315 / 150-315
Transferência tanque-a-tanque (rebombeio)50-150FBCN 80-160 / 100-200
Carregamento de caminhão (loading arm) gasolina60-100FBCN 80-160 c/ VFD
Carregamento QAV-1 em aeroporto80-180FBCN 100-200 inox CF8M
Recuperação de slop / drain de bacia5-20FBCN 50-160
Água de combate a incêndio (booster/jockey)30 / 500FBCN 65-200 / 150-400
Água de utilidades / processo20-80FBCN 50-160 / 80-200
BPF para queimador de caldeira (aquecido)3-15FBE 1.1/2" / 2"
Alimentação de gerador diesel de emergência5-15FBCN 32-160
Pontos típicos de bombeamento em uma base de distribuição ou terminal

8. Matriz de materiais por produto combustível

A seleção de materiais no setor de combustíveis tem regras diferentes das aplicadas em sucroalcooleiro ou petroquímica hot service.

A maioria dos produtos é quimicamente inerte sobre aço carbono e sobre ferro fundido; as exceções importantes são o etanol hidratado (que exige inox AISI 316), a gasolina C com 27% de etanol (que corrói lentamente o ferro fundido por absorção de umidade e corrosão galvânica), e a nafta petroquímica em temperatura elevada. A tabela a seguir resume as combinações recomendadas, refletindo a prática consolidada para qualificação CRCC Petrobras.

ProdutoCarcaçaImpelidorElastômero
Diesel S10 / S500A216 WCBCF8MFKM (Viton)
Gasolina C (E27)A216 WCB ou CF8MCF8MFKM ou FFKM
QAV-1A216 WCBCF8MFKM (Viton)
Etanol hidratadoCF8M (AISI 316)CF8MEPDM
BPF aquecido (80 °C)A216 WCBCA6NMFKM + Plan 62
Óleo lubrificanteFerro fundido ou WCBBronze ou CF8MNBR ou FKM
Água de combate a incêndioFerro fundido ou WCBBronze B62NBR
Nafta petroquímicaCF8MCF8MFFKM (Kalrez)
Matriz de materiais recomendados por produto combustível

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Perguntas Frequentes

As dúvidas que chegam à nossa engenharia em pedidos de orçamento reais — respondidas aqui antes de você ligar.

  • Qual bomba centrífuga é indicada para a indústria petroquímica?
    No portfólio FB Bombas, a bomba centrífuga para petroquímica é a FBCN (centrífuga normalizada horizontal): transferência de diesel S10, gasolina C, QAV-1 e etanol anidro em bases de distribuição, além de utilidades de refinaria como água de processo, resfriamento e água desmineralizada. Os materiais vão do A216 WCB ao CF8M conforme o produto, com motor Ex/INMETRO em área classificada. Para derivados viscosos aquecidos (BPF, resíduos pesados), a linha correta é a FBE de engrenagem. Hot pump service de refinaria conforme API 610 fica fora do escopo — território de fabricantes especializados.
  • Qual bomba usar para petróleo e seus derivados?
    Para derivados de petróleo a FB Bombas fornece duas linhas: a FBCN (centrífuga normalizada) para produtos limpos e de baixa viscosidade — diesel S10, gasolina C, nafta e água de processo — e a FBE (engrenagem externa) para derivados viscosos e aquecidos, como óleo combustível BPF e resíduos pesados. Ambas são qualificadas pelo CRCC Petrobras para bases de distribuição, terminais e consumidores industriais de combustível. A seleção depende da viscosidade, da temperatura de bombeamento e da classificação de área — produtos voláteis exigem motor à prova de explosão.
  • Posso usar FBCN em ferro fundido para bombear gasolina C?
    Não para gasolina C com 27% de etanol. O ferro fundido pode ser aceito para gasolina pura, mas a mistura E27 absorve umidade do ambiente e causa corrosão galvânica lenta no ferro. Especifique carcaça em aço carbono A216 WCB ou aço inox CF8M.
  • Qual plano de selagem usar para diesel S10?
    Plano 11 (circulação de recalque pela própria face do selo) é suficiente para diesel S10 em serviço normal. Plano 13 é usado quando a sucção é elevada. Faces preferidas: carbeto de silício contra carbono para tolerância a arranque a seco.
  • Qual margem de NPSH usar para QAV-1?
    Mínimo de 1,0 metro acima do NPSHr para operação normal, subindo para 1,5 metro em climas tropicais acima de 35 °C ambiente, quando a pressão de vapor do QAV-1 fica mais crítica. Para aeroportos de grande porte, a prática é usar 1,3 vezes o NPSHr como margem mínima.
  • Inox é obrigatório para gasolina com etanol?
    Para gasolina C com 27% de etanol, aço carbono A216 WCB com revestimento interno adequado é aceito. Para etanol hidratado puro, o aço inox CF8M (AISI 316) é mandatório devido ao contato prolongado com solvente polar. A FBCN sai de fábrica em ambas as opções conforme especificação do cliente.
  • A FBCN pode bombear GLP líquido?
    Tecnicamente não é recomendada. O GLP líquido exige bomba multi-estágio com sucção pressurizada e selo duplo plano 53B específico para gases liquefeitos, tipicamente bombas regenerativas ou centrífugas dedicadas (Sundyne e similares). A FBCN não é o produto adequado para essa aplicação.
  • Bomba de engrenagem FBE serve para gasolina ou diesel?
    Não. A linha FBE é adequada para fluidos com viscosidade acima de 10 cSt. Gasolina (~0,6 cSt) e diesel limpo (~3 cSt) são fluidos de baixa viscosidade para os quais a FBCN centrífuga é a escolha correta. Usar FBE em gasolina causa folga de retorno excessiva e desgaste acelerado dos dentes.
  • Qual rotação ideal para FBE bombeando BPF aquecido?
    Entre 1.150 e 1.450 rpm em serviço contínuo de alimentação de queimador. Rotações próximas a 1.750 rpm reduzem a vida útil do selo mecânico e dos mancais no BPF viscoso — prefira sempre rotação moderada para maximizar o MTBF.
  • Preciso de variador de frequência em bomba de carregamento de caminhão?
    Recomendado, por três motivos: rampa de partida suave reduz o golpe de aríete na linha do loading arm, controle de vazão permite batelada precisa sem cavitação, e a operação em nível variável do tanque se adapta suavemente. O investimento se paga em dois a três anos pela redução de manutenção em válvulas e flanges.
  • Bomba pode ficar fora da bacia de contenção?
    Sim, conforme ABNT NBR 17.505, desde que instalada sobre piso impermeável com canaleta dedicada que direcione qualquer vazamento para dentro da bacia. A altura mínima do meio-fio e a declividade da canaleta são definidas pela norma conforme a classe do produto manuseado.
  • O ensaio de performance em fábrica é obrigatório?
    Para qualificação CRCC Petrobras, sim. O ensaio padrão levanta a curva completa H-Q-η-NPSHr em bancada e é testemunhado pelo cliente ou por terceira parte independente. A FB Bombas possui bancada de teste própria em Cabreúva-SP integrada à planta.

Vocabulário técnico citado neste guia — clique para ver a definição completa.

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