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Bombas para Petroquímica e Combustíveis: Guia Técnico de Bases de Distribuição e Terminais

Seleção de bombas para diesel S10, gasolina C, QAV-1, BPF e utilidades de refinaria — NPSH em produtos voláteis, área classificada e certificação Ex, planos de selagem da API 682 e o escopo de atendimento da FB Bombas.

Resposta técnica FB Bombas

Para bombear combustíveis e derivados — diesel, gasolina, QAV-1 e óleo combustível BPF aquecido —, a FB Bombas tem duas linhas: a FBCN, centrífuga normalizada mecanicamente conforme ASME B73.1, com carcaças em ferro fundido, aço carbono ou inox CF8M, para produtos limpos, utilidades de refinaria e água de processo; e a FBE, engrenagem externa, para produtos viscosos aquecidos como o BPF, com câmara de aquecimento de 1.1/2" a 6". Este guia cobre seleção por produto, NPSH em fluidos voláteis, área classificada e certificação Ex no Brasil, planos de selagem da API 682 e os serviços de refinaria especificados pela API 610, avaliados caso a caso. A empresa informa registro no cadastro de fornecedores da Petrobras (CRC, antigo CRCC), que é qualificação para habilitação, não certificação de produto.

1. Sete produtos petroquímicos e combustíveis e o que cada um exige da bomba

O setor trabalha com produtos de especificação definida — no Brasil, a ANP especifica combustíveis como diesel, gasolina e querosene de aviação —, mas as propriedades que importam para a bomba precisam vir do certificado do lote ou da especificação vigente, na temperatura de operação.

A tabela reúne os sete produtos tratados neste guia, a propriedade que mais pesa na seleção e a série a avaliar. Os valores numéricos devem vir da especificação ou do certificado, não de faixas genéricas.

ProdutoPropriedade críticaConsequência para a bombaSérie a avaliar
Diesel S10 / S500Baixa viscosidade; lubricidadeDesgaste de buchas e faces lubrificadas pelo produtoFBCN ou FBE
Gasolina CPressão de vapor elevada; teor de etanolNPSH disponível; compatibilidade de elastômerosFBCN; FBE (o catálogo cita gasolina)
QAV-1 / Jet A-1Requisitos de qualidade e limpezaMateriais e filtragem pela especificação do operadorFBCN, conforme especificação
QueroseneBaixa viscosidadeVazamento interno maior em deslocamento positivoFBCN ou FBE
GLP líquido (C3/C4)Armazenado sob pressão, perto da pressão de vaporNPSH disponível mínimo; vedação para gás liquefeitoFora da documentação padrão FB — consultar
Óleo combustível BPF (HFO)Viscoso; exige aquecimentoRotação pela viscosidade; aquecimento da bombaFBE com câmara CA
Nafta petroquímicaAlta volatilidadeNPSH disponível; área classificadaFBCN, conforme especificação
Produtos do setor petroquímico e de combustíveis — o que pesa na seleção da bomba

2. Bomba centrífuga para petroquímica: onde a FB Bombas atende (e onde não)

Ser claro sobre o escopo evita especificações erradas em um setor em que falhas têm consequências graves.

A FB Bombas informa registro no cadastro de fornecedores da Petrobras (CRC, antigo CRCC). Segundo a Petrobras, o CRC é emitido para fornecedores que atendem a critérios da família de interesse, vale para fins de habilitação por até um ano e não é necessário para participar das contratações; não é certificação de produto. Solicite a documentação na consulta para conferir as famílias e a validade do cadastro.

O que define o escopo é a especificação do serviço. Serviços de processo de refinaria especificados pela API 610 — por exemplo, cargas de unidades de destilação, hidrotratamento e FCC — seguem a especificação do comprador; a FBCN não é declarada conforme API 610, e esses serviços são avaliados caso a caso, como projeto sob encomenda.

As aplicações a avaliar com FBCN e FBE incluem: transferência de diesel, gasolina, querosene e etanol anidro em bases de distribuição; carga e descarga de caminhões-tanque e vagões; transferência entre tanques em terminais e TRR; utilidades de refinaria, como água de processo, água de resfriamento, água desmineralizada e circuitos de óleo lubrificante; alimentação de caldeiras e fornos com BPF aquecido (FBE); e alimentação de geradores a diesel.

Sistemas de combate a incêndio seguem guias e normas de projeto próprios (NFPA 20 ou ABNT NBR 16704, quando especificadas).

Nota

O CRC da Petrobras é qualificação de fornecedor para habilitação, com família e validade próprias — não substitui requisitos de projeto como API 610 ou API 682. Peça na consulta o certificado vigente e informe as normas exigidas pelo seu serviço.

3. NPSH em produtos voláteis: exemplo de cálculo para gasolina

Em gasolina, QAV-1 e nafta, o desafio está na pressão de vapor, não na viscosidade. Quanto mais próxima a pressão de vapor estiver da pressão sobre o líquido no tanque, menor o NPSH disponível; superestimar essa disponibilidade pode levar a uma seleção com risco de cavitação e desgaste do rotor.

O exemplo a seguir mostra o método em uma transferência entre tanques. Os valores de pressão de vapor e densidade são hipotéticos, escolhidos para ilustrar o cálculo: use os da especificação ou do certificado do seu produto na temperatura máxima.

Considere tanque atmosférico com nível mínimo 2 m acima do eixo da bomba (sucção afogada), pressão atmosférica local de 101,3 kPa, pressão de vapor de 50 kPa e densidade de 745 kg/m³.

O termo de pressões fica (101.300 − 50.000) / (745 × 9,81) ≈ 7,02 m; somando a coluna estática de 2,00 m, subtraindo a perda na linha e nos acessórios (0,8 m no exemplo) e uma reserva de 0,3 m para filtro parcialmente sujo, chega-se a um NPSHa próximo de 7,9 m.

Esse valor é comparado com o NPSH requerido da curva do modelo no ponto de operação — para a FBCN 80-200 a 1.750 rpm, a curva de referência é a CC-196.07; confirme o NPSHr no ponto com a engenharia —, aplicando a margem do critério de projeto (a ANSI/HI 9.6.1 trata de margens de NPSH).

Com tanque enterrado e sucção negativa de 2 m, o mesmo cálculo cai para cerca de 3,9 m: a margem precisa ser reavaliada, com alternativas como mudar a elevação da bomba, reduzir perdas na sucção ou usar bomba de reforço.

NPSHa = (Patm − Pv) / (ρ × g) + Hs − Hf − reserva ≈ 7,02 + 2,00 − 0,8 − 0,3 ≈ 7,9 m

Cálculo do NPSHa em fluido volátil (exemplo com valores hipotéticos)

4. Áreas classificadas: Zona 1, Zona 2 e certificação Ex no Brasil

Ilhas de bombas e áreas de manuseio de combustíveis voláteis costumam ter áreas classificadas, definidas pelo projeto conforme a ABNT NBR IEC 60079-10-1: Zona 1 (atmosfera explosiva provável em operação normal) ou Zona 2 (improvável e, se ocorrer, de curta duração).

Projeto, seleção e montagem das instalações elétricas seguem a ABNT NBR IEC 60079-14, que relaciona zona e nível de proteção do equipamento: EPL Ga ou Gb na Zona 1 e Ga, Gb ou Gc na Zona 2, além do grupo de gás e da classe de temperatura das substâncias da área. Especificações de empresas contratantes podem acrescentar requisitos próprios.

No Brasil, a NR-10 (item 10.9.2) exige avaliação da conformidade de equipamentos para atmosferas potencialmente explosivas, e os equipamentos elétricos abrangidos pelo regulamento têm certificação compulsória pela Portaria Inmetro nº 115/2022; uma marcação ATEX europeia não substitui essa certificação.

No conjunto motobomba, isso se traduz em: motor com certificação Ex para a zona, o grupo e a classe de temperatura; protetor de acoplamento em material anticentelhante, previsto como opção nos manuais FBCN e FBE; aterramento equipotencial entre bomba, motor, base e tubulação, verificado conforme o plano da instalação; e instrumentação e prensa-cabos adequados à zona. A FB Bombas cota o conjunto com motor certificado pelo fabricante do motor, conforme a classificação informada.

5. Selagem: planos API 682 e execuções documentadas

Em combustíveis voláteis, a vedação é crítica porque um vazamento libera vapor inflamável. A API 682 padroniza arranjos e planos de selagem, e a escolha depende do produto, da volatilidade, das exigências ambientais e da especificação do comprador.

Como referência dos planos citados em especificações: o plano 11 recircula líquido do recalque para a câmara de selagem; o 13, da câmara de volta para a sucção; o 32 injeta líquido limpo de fonte externa; os planos 53A e 53B pressurizam o fluido de barreira de selos duplos; e o plano 62 aplica quench externo no lado atmosférico. A combinação para cada produto é definida com o fabricante do selo e registrada na folha de dados.

Nas séries FB, os manuais documentam as execuções disponíveis. Na FBCN, a câmara de selagem padrão (ST) é com gaxetas; há execuções com selagem ou lavagem por líquido externo (S1 a S3) e para óleo térmico (S4), e selos mecânicos conforme a aplicação. Na FBE, há gaxeta, selo mecânico (padrão tipo 21, cerâmica × grafite × Viton), retentor e acoplamento magnético para aplicações que não admitem vazamento. Para BPF aquecido, a FBE com câmara de aquecimento é a opção usual.

6. Diesel S10: o problema da lubricidade reduzida

O diesel S10 tem teor máximo de enxofre de 10 mg/kg. A dessulfurização reduz a lubricidade natural do combustível, que é recomposta com aditivos.

Em centrífugas como a FBCN, o efeito é pequeno: os rolamentos do mancal são lubrificados a óleo, independentemente do fluido bombeado (manual MTEC-03/00). O efeito aparece onde o próprio produto lubrifica: nas faces do selo mecânico, especialmente na partida, e nas buchas de bombas de engrenagem.

Nas faces do selo, a combinação de materiais deve ser escolhida com o fabricante do selo para produtos de baixa lubricidade.

A FBE usa buchas para apoiar os eixos; rolamentos pertencem ao mancal externo opcional, quando especificado. O catálogo 2026 lista as opções de buchas e o mancal externo entre os acessórios. Para diesel de baixa lubricidade, informe o produto na consulta para definir materiais e arranjo. A tabela de rotação indica 1.750 rpm para 30 a 250 SSU nas bitolas de 1/8" a 1"D; a aplicação precisa ser confirmada no ponto de trabalho.

7. Pontos típicos de bombeamento em uma base de distribuição

O número de pontos de bombeamento de uma base depende do porte e dos produtos manuseados. A tabela reúne os pontos mais comuns, o dado que define cada seleção e a série a avaliar.

Em geral, os pontos com produtos leves são atendidos por centrífugas FBCN, e a alimentação de queimadores com BPF aquecido é o caso típico da FBE; a decisão final depende da condição de cada ponto.

PontoDado que define a seleçãoSérie a avaliar
Descarga rodoviária (caminhão → tanque)Volume, tempo de descarga, geometria da sucçãoFBCN ou FBE
Descarga ferroviária (vagão-tanque)Vazão total e número de vagões simultâneosFBCN
Transferência entre tanques (rebombeio)Vazão, perdas e nível mínimo do tanque de sucçãoFBCN
Carregamento de caminhão (braço de carregamento)Vazão de carregamento e controle de rampaFBCN com inversor
Abastecimento de QAV em aeroportoEspecificação do operador do sistemaFBCN, conforme especificação
Recuperação de slop / dreno de baciaÁgua e sólidos no produtoFBCN ou FBE, conforme o fluido
Combate a incêndioProjeto do sistema (NFPA 20 ou ABNT NBR 16704, quando especificadas)Guias e conjuntos de incêndio
Água de utilidades e processoVazão e alturaFBCN
BPF para queimador de caldeira (aquecido)Viscosidade na temperatura e pressão do queimadorFBE com câmara CA
Alimentação de gerador dieselConsumo e pressão requeridaFBCN ou FBE
Pontos típicos de bombeamento em uma base de distribuição ou terminal

8. Matriz de materiais por produto combustível

A seleção de materiais em combustíveis depende da composição real do produto — teor de etanol, água, enxofre e aditivos — e da temperatura.

Os manuais FB documentam as opções: na FBCN, carcaças em ferro fundido, aço carbono A216 WCB e inox A743 CF8M, com limites de pressão × temperatura por material, e rotores em ferro fundido, ferro nodular, aço carbono ou aço inoxidável; na FBE, carcaças em ferro fundido, nodular, WCB e CF8M e eixos e engrenagens em SAE 1045 ou 316L. A tabela indica o que confirmar por produto; a combinação final é definida com dados de corrosão e registrada na proposta.

ProdutoO que confirmarOpções documentadas
Diesel S10 / S500Teor de biodiesel, água e aditivosFBCN: FoFo, WCB ou CF8M · FBE: carcaças do catálogo
Gasolina CTeor de etanol vigente, água e compatibilidade de elastômerosFBCN: WCB ou CF8M após confirmação
QAV-1Materiais em contato exigidos pelo operadorConforme especificação
Etanol hidratadoÁgua, condutividade e corrosãoCF8M entre as opções; confirmar
BPF aquecidoTemperatura, enxofre e sólidosFBE com câmara CA; material conforme a temperatura
Óleo lubrificanteViscosidade na temperaturaFBE (o catálogo cita sistemas de lubrificação) ou FBCN
Água de combate a incêndioQualidade da água; projeto do sistemaConjunto de incêndio definido pelo projeto
Nafta petroquímicaVolatilidade e temperaturaFBCN conforme especificação
O que confirmar por produto e opções documentadas nas séries FB

Pronto para orçar a bomba centrífuga?

Envie o fluido, a vazão e a altura manométrica para avaliar a linha FBCN. Para substituição, inclua a placa e o desenho da bomba instalada. A engenharia confirma o modelo e as interfaces na proposta.

Solicitar orçamento FBCN

Perguntas frequentes

Respostas técnicas sobre seleção, instalação e operação nesta aplicação.

Qual bomba centrífuga é indicada para a indústria petroquímica?

No portfólio FB Bombas, a centrífuga para esse setor é a FBCN (centrífuga normalizada, mecanicamente conforme ASME B73.1): transferência de diesel, gasolina, querosene e etanol em bases de distribuição e terminais, além de utilidades de refinaria, como água de processo, de resfriamento e desmineralizada. As carcaças documentadas são de ferro fundido, aço carbono A216 WCB e inox A743 CF8M, com motor Ex quando a área exigir. Para derivados viscosos aquecidos, como o BPF, a opção é a FBE. Serviços de processo especificados pela API 610 seguem a especificação do comprador e são avaliados caso a caso.

Qual bomba usar para petróleo e seus derivados?

Para derivados de petróleo, a FB Bombas tem duas linhas: a FBCN (centrífuga normalizada), para produtos limpos e de baixa viscosidade — diesel, gasolina, nafta e água de processo —, e a FBE (engrenagem externa), para derivados viscosos e aquecidos, como o óleo combustível BPF; o catálogo FBE 2026 também cita óleo cru, diesel, querosene e gasolina entre as aplicações em refinarias. A seleção depende da viscosidade, da temperatura de bombeamento e da classificação de área. A empresa informa registro no cadastro de fornecedores da Petrobras (CRC, antigo CRCC), que é qualificação para habilitação, não certificação de produto.

Posso usar FBCN em ferro fundido para bombear gasolina C?

Depende da composição do combustível e da água presente. A gasolina C brasileira contém etanol anidro, no teor definido pela regulação vigente, e a presença de água altera o comportamento corrosivo. Confirme a compatibilidade do ferro fundido com dados de corrosão para o produto e a temperatura; o manual FBCN oferece também carcaças em aço carbono A216 WCB e inox A743 CF8M.

Qual plano de selagem usar para diesel S10?

A escolha é da especificação do comprador com o fabricante do selo, considerando pressão na câmara, temperatura, lubricidade do produto e exigências de emissão. Em especificações baseadas na API 682, o plano 11 recircula líquido do recalque para a câmara e o 13, da câmara para a sucção; a opção depende da pressão na câmara e do serviço. Na FBCN, os selos mecânicos são definidos conforme a aplicação (manual MTEC-03/00); registre o plano na folha de dados.

Qual margem de NPSH usar para QAV-1?

Use a margem do critério de projeto do comprador; a ANSI/HI 9.6.1 trata de margens de NPSH por tipo de serviço. O cálculo deve usar a pressão de vapor do QAV-1 na maior temperatura prevista do produto na sucção — em climas quentes, tanques e linhas expostos ao sol aquecem o combustível — e o NPSH requerido da curva do modelo selecionado.

Inox é obrigatório para gasolina com etanol?

Não há uma regra única: depende do teor de etanol, da água presente, da temperatura e da experiência da instalação. O manual FBCN documenta carcaças em ferro fundido, aço carbono A216 WCB e inox A743 CF8M; a escolha é feita com dados de corrosão para o produto real e registrada na proposta.

A FBCN pode bombear GLP líquido?

Não na documentação padrão. O GLP é um gás liquefeito armazenado sob pressão, praticamente na sua pressão de vapor, o que deixa o NPSH disponível muito pequeno e exige bombas e vedações projetadas para gases liquefeitos, conforme a especificação do comprador. A documentação da FBCN não cobre esse serviço; consulte a engenharia para avaliação caso a caso.

Bomba de engrenagem FBE serve para gasolina ou diesel?

O catálogo FBE 2026 cita gasolina, querosene e diesel entre as aplicações da série em refinarias, e a tabela de rotação começa em 30 SSU (1.750 rpm, bitolas de 1/8" a 1"D). Em produtos de baixa viscosidade, porém, o vazamento interno aumenta e a lubrificação das buchas depende do produto; por isso, a escolha entre FBE e FBCN considera vazão, pressão, sucção e o arranjo de mancal, confirmados com a engenharia.

Qual rotação ideal para FBE bombeando BPF aquecido?

A da tabela do catálogo FBE 2026 (p.5) para a viscosidade do BPF na temperatura de bombeamento: por exemplo, 850 rpm com transmissão direta de 2.500 a 7.500 SSU e de 700 a 500 rpm com polia ou redutor de 7.500 a 10.000 SSU. Confirme a viscosidade na temperatura real de alimentação do queimador e o motor com a engenharia.

Preciso de variador de frequência em bomba de carregamento de caminhão?

Vale avaliar. A rampa de partida e parada reduz transientes de pressão na linha do braço de carregamento, e o controle de vazão ajuda na precisão da batelada e na variação de nível do tanque. A decisão considera a curva do modelo, a vazão mínima do manual FBCN (0,1 ou 0,15 Qot) e o motor adequado à área classificada; a FB não publica tempo de retorno do investimento.

Bomba pode ficar fora da bacia de contenção?

A localização da bomba em relação à bacia de contenção é definida pelo projeto da instalação, com base na ABNT NBR 17505 e nas exigências do órgão competente. A FB Bombas não define esse arranjo; informe o local previsto para que a base e as conexões de dreno — o manual FBCN prevê dreno da bomba, gotejamento do suporte e dreno da base — sejam consideradas na proposta.

O ensaio de performance em fábrica é obrigatório?

É um requisito contratual: o comprador define na especificação se quer curva levantada em bancada, quais pontos e tolerâncias e se o ensaio será testemunhado. A FB Bombas informa bancada de teste própria, e escopo, testemunho e certificado são definidos na proposta. O CRC da Petrobras é cadastro de fornecedor para habilitação e não define ensaio por equipamento.

Seu processo. A especificação certa.

Informe o fluido, a vazão, a pressão e a temperatura de operação. Inclua as condições de sucção e os dados do equipamento instalado, quando houver. Com esse contexto, a equipe FB Bombas avalia sua aplicação.

Falar com a engenharia

Para iniciar a avaliação

  • Fluido e condições de operação
  • Vazão e pressão requeridas
  • Instalação e equipamento atual