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Bombas para Biogás e Biometano: Chorume, Digestato, Biofertilizante e Subprodutos

Como escolher a bomba de cada corrente de uma planta de biogás: correntes brutas com sólidos, fração líquida clarificada, lavagem do gás, aquecimento e subprodutos viscosos. Inclui os dados a medir, os limites documentados das séries FB e o que a regulação de 2026 exige de áreas classificadas.

Resposta técnica FB Bombas

Numa planta de biogás, cada corrente pede uma tecnologia diferente, e a primeira decisão é separar as correntes brutas das clarificadas. Chorume bruto, substrato e digestato com fibras, areia ou plásticos exigem bombas construídas para sólidos (cavidade progressiva, lóbulos, peristáltica ou centrífuga para sólidos), que não fazem parte da linha de catálogo da FB Bombas. A FB atende as correntes sem sólidos abrasivos: a centrífuga normalizada FBCN em líquidos limpos ou turvos — fração líquida clarificada, água de lavagem do biogás, água quente e utilidades —, a engrenagem externa FBE em fluidos viscosos como glicerina, óleos e gorduras, e a FBOT quando a planta tem circuito de óleo térmico. Material, vedação e motor são definidos pela análise do fluido (pH, cloretos, H2S, sólidos e temperatura) e pela classificação de áreas do projeto.

1. Biogás e biometano no Brasil: o que a regulação define em 2026

O biogás vem da digestão anaeróbia de resíduos orgânicos — vinhaça e outros resíduos agroindustriais, dejetos animais, resíduos de aterros sanitários e lodo de estações de tratamento de esgoto. Purificado até a especificação de combustível, passa a ser comercializado como biometano. Dois marcos organizam esse mercado. A Lei nº 13.576/2017 instituiu a Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio), na qual produtores e importadores certificados emitem Créditos de Descarbonização (CBIOs) conforme a Nota de Eficiência Energético-Ambiental calculada na RenovaCalc, ferramenta da ANP.

E a Resolução ANP nº 1.006/2026, publicada em agosto de 2026, unificou a especificação e o controle de qualidade do biometano de qualquer origem, substituindo as Resoluções 886/2022 (aterros e estações de esgoto) e 906/2022 (resíduos agrossilvopastoris e comerciais).

Para quem especifica bombas, a consequência é prática: a qualidade do gás resulta da purificação, não da bomba, mas as bombas sustentam as etapas líquidas que tornam a purificação possível — alimentação e recirculação do digestor, separação do digestato, lavagem do gás e aquecimento. Cada corrente precisa de dados próprios antes da seleção: composição, sólidos, viscosidade na temperatura real, vazão, pressão e classificação da área onde a bomba será instalada.

2. As três famílias de correntes de uma planta de biogás — separar o problema

A regra de engenharia mais útil é classificar as correntes pelas propriedades físicas, não pelo nome do resíduo. Tratar tudo como "efluente orgânico" leva a especificações erradas: o mesmo digestato pode ser uma pasta fibrosa antes do separador e um líquido turvo depois dele.

  • Corrente 1 — bruta, com sólidos: chorume de aterro sem pré-tratamento, substrato e digestato com fibras, areia ou plásticos. Pede bomba construída para sólidos (cavidade progressiva, lóbulos, peristáltica ou centrífuga para sólidos). Fora da linha de catálogo da FB.
  • Corrente 2 — líquida após separação: chorume pré-tratado, fração líquida do digestato, biofertilizante clarificado. Em geral aquosa; sólidos finos, pH, cloretos e H2S vêm da análise. Serviço de centrífuga FBCN quando a análise confirma líquido limpo ou turvo; sólidos em suspensão são avaliados pela FB caso a caso (MTEC-03/00, item 2.3).
  • Corrente 3 — fluidos de processo e utilidades: água ou solução de lavagem do biogás, água de serviço e água quente de aquecimento (FBCN); glicerina, óleos e gorduras usados como cossubstrato ou subproduto (FBE); óleo térmico, quando existe aquecedor de fluido térmico (FBOT).

Atenção

Não use bomba de engrenagem em corrente com fibras, areia ou plásticos. Na FBE, o fluido é transportado nas cavidades entre os dentes e a carcaça, e é o engrenamento que impede o retorno para a sucção (catálogo FBE 2026, p.2); o manual MTEC-01/01 (item 2.3) pede consulta à FB sempre que o fluido tiver sólidos em suspensão.

3. FBE: glicerina, óleos, gorduras e outros fluidos viscosos

A FBE é uma bomba de engrenagens externas desenvolvida para fluidos viscosos (manual MTEC-01/01). Em plantas de biogás, esse perfil aparece nos cossubstratos e subprodutos que não são aquosos: glicerina, óleos vegetais, gorduras e resíduos oleosos adicionados ao digestor, desde que cheguem sem areia ou sólidos abrasivos. Correntes aquosas clarificadas, com viscosidade próxima à da água, são serviço de centrífuga (seção 4).

Meça a viscosidade na temperatura de bombeamento e confirme o tamanho na matriz do catálogo FBE 2026 (p.5). Por exemplo, 1.750 rpm entre 30 e 250 SSU está indicado para 1/8″, 1/4″, 1/2″, 3/4″, 1″ e 1″D. As faixas de 1.150 e 850 rpm e as rotações menores também têm listas próprias de modelos; não se deve estender uma faixa a toda a série. Para produtos que solidificam a frio, avalie a câmara de aquecimento e as condições de partida.

Materiais e vedação seguem a análise do fluido. O catálogo lista carcaça e tampas em ferro fundido ASTM A48 CL30, nodular ASTM A536 60-40-18, aço carbono ASTM A216 WCB e inox ASTM A743 CF8M, com eixos e engrenagens em aço SAE 1045 ou inox AISI 316L.

A vedação pode ser gaxeta, selo mecânico ou retentor; o selo padrão do manual é tipo 21, com faces de cerâmica × grafite e elastômero Viton (item 2.5), e deve ser revisto com o fabricante do selo quando houver H2S, metanol ou pH extremo. Para serviços em que não se admite vazamento — fluidos tóxicos, corrosivos ou inflamáveis —, o manual prevê vedação por acoplamento magnético (item 2.7).

4. FBCN: fração líquida clarificada, lavagem do biogás e utilidades

A FBCN é a centrífuga normalizada da FB, indicada no manual MTEC-03/00 para líquidos limpos ou turvos em aplicações que incluem saneamento e indústria química. Na planta de biogás, cobre a fração líquida já separada, a recirculação de água de lavagem do gás, a água de serviço e circuitos de água quente. Os dados gerais da série chegam a 2.200 m³/h e 135 m; são máximos da linha, não de cada modelo, e cada tamanho tem sua curva.

A purificação por lavagem com água ou com solução absorvente (como aminas) circula líquido entre torres e tanques. Pressão, vazão e composição da solução vêm do fornecedor da tecnologia de purificação; a bomba é selecionada para esse ponto, com materiais e elastômeros compatíveis com a solução e com o H2S e o CO2 que ela absorve.

O manual oferece critérios concretos para essas correntes: pressão máxima de sucção de 10 bar; vazão mínima de 0,1 a 0,15 vez a vazão ótima, conforme o tamanho, e máxima de 1,1 vez (Tabela 1); sobre-espessura de corrosão de 3,3 mm; carcaça em ferro fundido, aço carbono A216 WCB ou inox A743 CF8M; e arranjos de vedação por aplicação (item 10) — selagem com líquido externo (S1) para fluidos tóxicos, agressivos ou de mau odor, S2 para partículas sólidas ou pequenas fibras em suspensão e lavagem externa (S3) para partículas abrasivas ou tendência a cristalizar, os três até 105 °C, ou selo mecânico definido para a aplicação.

5. Aquecimento do processo: água quente com FBCN ou óleo térmico com FBOT

O digestor trabalha na faixa de temperatura definida pelo projeto do processo, e o sistema de aquecimento repõe as perdas térmicas com água quente (por exemplo, recuperada de motores de cogeração), vapor ou fluido térmico. O meio de aquecimento é decisão do projeto; a bomba acompanha essa decisão, e cada meio tem critérios próprios.

Em circuito de água quente, a seleção é de centrífuga para água (FBCN), e a vedação é escolhida pela temperatura real: com gaxeta e sem câmara de resfriamento, o manual MTEC-03/00 indica −50 a 105 °C; com selo mecânico, vale a recomendação do fabricante do selo.

Quando a planta tem aquecedor de fluido térmico — por exemplo, para fornecer calor ao refervedor de uma regeneração de amina —, a circulação é serviço da FBOT: centrífuga back pull-out com vedação por gaxetas de grafite e selo mecânico, sem refrigeração externa (catálogo FBOT 2026, p.2), limite de série de 350 °C e pressão máxima de recalque decrescente com a temperatura (Figura 1 do MTEC-16/00).

O catálogo exige fluido sem partículas abrasivas e sem materiais que ataquem os componentes da bomba.

6. Planta integrada biodiesel-biogás: glicerina, óleos e metanol

A glicerina bruta de uma planta integrada de biodiesel e biogás pode conter metanol, sais e sabões. Envie composição, concentração, viscosidade e temperatura do lote, além de pH e sólidos. A matriz de rotação do catálogo orienta a escolha da FBE; a compatibilidade de carcaça, engrenagens e vedação exige avaliar o conjunto desses dados, não apenas o pH.

O metanol residual ou recuperado entra na avaliação de inflamabilidade e na classificação de áreas da instalação. Defina a vedação com seus limites de pressão, temperatura e compatibilidade química; o manual FBE descreve acoplamento magnético como opção, cuja configuração e disponibilidade devem ser confirmadas. Isso não constitui garantia de ausência de vazamento em qualquer condição. Óleos e gorduras que solidificam a frio exigem avaliar o aquecimento da bomba e das linhas.

7. Onde a FB Bombas não é a escolha: correntes brutas com sólidos

As bombas de catálogo da FB não foram desenvolvidas para chorume bruto com plásticos e areia, substrato ou digestato com fibras longas nem lodo com sólidos grosseiros. Os manuais FBE e FBCN pedem consulta sempre que houver sólidos em suspensão, e o catálogo FBOT exclui fluidos com partículas abrasivas. Nessas correntes, as tecnologias usuais são as listadas abaixo, oferecidas por fabricantes especializados.

  • Cavidade progressiva: rotor helicoidal metálico dentro de um estator elastomérico; transporta pastas com sólidos e fibras com pouca pulsação.
  • Lóbulos rotativos: dois rotores que giram sem contato entre si e admitem sólidos moles e fibras.
  • Peristáltica de mangueira: o fluido só toca o interior da mangueira; aplicada a lodos muito abrasivos e a dosagem, com troca periódica da mangueira.
  • Centrífuga para sólidos (rotor aberto, de vórtice ou com triturador): passagem livre para sólidos em correntes de baixa viscosidade.

Nota de engenharia

Identifique o separador ou pré-tratamento e caracterize a corrente que realmente chega à bomba. A clarificação não comprova, sozinha, a compatibilidade: sólidos remanescentes, química, viscosidade e temperatura definem se a aplicação cabe na linha FB ou exige outra tecnologia.

8. Tabela de seleção por aplicação na cadeia biogás-biometano

A tabela cruza os pontos de bombeamento mais comuns com o dado que precisa ser medido e com a tecnologia indicada. Não há faixa de viscosidade ou de H2S válida para todas as plantas: os valores saem da análise do fluido de cada projeto.

Ponto de bombeamentoO que medir antes da seleçãoIndicação
Extração de chorume bruto em aterroSólidos, areia, plásticos, pHTecnologia para sólidos (fora da linha FB de catálogo)
Substrato e digestato brutosTeor de sólidos, fibras, viscosidade aparenteCavidade progressiva, lóbulos ou centrífuga para sólidos (fora da linha FB)
Chorume pré-tratado e fração líquida do digestatoSólidos finos, pH, cloretos, H2S, temperaturaFBCN com vedação S2/S3 ou selo mecânico; material pela análise; sólidos sob consulta
Biofertilizante líquido clarificadoViscosidade e sólidos da amostraFBCN se aquoso; FBE se viscoso e sem abrasivos
Água ou solução de lavagem do biogásComposição da solução, pressão e vazão do processoFBCN com materiais e elastômeros compatíveis
Glicerina, óleos e gordurasViscosidade na temperatura de bombeamento, pH, metanolFBE com rotação pela viscosidade (catálogo p.5); câmara de aquecimento se solidifica
Água quente de aquecimento do digestorTemperatura máxima e pressão do circuitoFBCN; vedação escolhida pela temperatura (MTEC-03/00)
Circuito de óleo térmico, quando existeFluido, temperatura e pressão do circuitoFBOT — série até 350 °C; recalque limitado pela Figura 1 do MTEC-16/00
Seleção de bomba por ponto na cadeia biogás-biometano

9. RenovaBio, especificação ANP do biometano e áreas classificadas

No RenovaBio, a avaliação do ciclo de vida do biocombustível utiliza os dados do produtor na RenovaCalc da ANP. A bomba não recebe certificação por esse processo. Para avaliar sua contribuição ao consumo da planta, registre vazão, altura, potência elétrica e horas em cada regime; compare o ponto de operação com a curva e simule controle de rotação quando a demanda varia. A economia depende do sistema e deve ser medida.

Especificação do gás: a Resolução ANP nº 1.006/2026 define a especificação e o controle de qualidade do biometano; o atendimento depende da purificação, das análises e do plano de controle do produtor. As bombas de lavagem do gás fazem parte dessa etapa e devem manter o ponto de operação definido pelo fornecedor da purificação.

Áreas classificadas: a zona de cada ambiente sai do estudo de classificação de áreas (ABNT NBR IEC 60079-10-1). No Brasil, equipamento elétrico para atmosfera explosiva — motor, painel, instrumentos — precisa de certificação de conformidade do Inmetro (Portaria Inmetro nº 115/2022).

Quando o projeto especifica motor Ex, o conjunto FB é cotado com o motor certificado pelo fabricante do motor; itens mecânicos, como o protetor de acoplamento em material anti-centelhante previsto como opção nos manuais FB, são definidos na mesma consulta.

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Cotação direta da linha FBE com a engenharia em Cabreúva-SP — fluido, vazão, viscosidade e temperatura. Resposta após análise.

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Perguntas frequentes

Respostas técnicas sobre seleção, instalação e operação nesta aplicação.

Vocês têm bomba para chorume bruto de aterro com plástico e areia?

Não na linha de catálogo. Chorume bruto com plástico, areia e fibras pede bomba construída para sólidos — cavidade progressiva, lóbulos rotativos, peristáltica ou centrífuga para sólidos —, de fabricantes especializados. A FBE depende da vedação entre dentes e carcaça, e os manuais FBE e FBCN pedem consulta para fluidos com sólidos em suspensão. O escopo da FB começa depois do pré-tratamento: FBCN na fração líquida, FBE nos fluidos viscosos sem abrasivos e FBOT no circuito de óleo térmico.

Qual material da bomba para fluido com H2S?

Não existe um material padrão único; a escolha sai da análise do fluido (H2S dissolvido, pH, cloretos e temperatura, com a variação ao longo do ano) e do critério de materiais do projeto. A ISO 15156 (NACE MR0175) foi escrita para equipamentos de produção de óleo e gás e de adoçamento de gás natural; se o projetista decidir aplicá-la ao biogás, a qualificação do material precisa ser pedida e documentada na proposta — a FB não declara conformidade de catálogo com essa norma. Materiais documentados: carcaça FBCN em ferro fundido, aço carbono WCB ou inox CF8M (MTEC-03/00); FBE em ferro fundido, nodular, WCB ou CF8M, com eixos e engrenagens em SAE 1045 ou AISI 316L (catálogo 2026, p.3). Faces e elastômeros do selo são definidos com o fabricante do selo.

A escolha da bomba impacta o Crédito de Descarbonização (CBio) do Renovabio?

Não diretamente. No RenovaBio (Lei 13.576/2017), a quantidade de CBIOs que o produtor certificado pode emitir depende da Nota de Eficiência Energético-Ambiental, calculada na RenovaCalc da ANP a partir do ciclo de vida do biocombustível. A bomba não é certificada nesse processo; ela influencia o consumo de energia da planta, que faz parte do inventário. Para reduzir esse consumo, selecione o ponto de operação perto do BEP na curva do modelo e avalie controle de rotação quando a vazão varia. Os documentos entregues com a bomba — curva do modelo e, quando contratado, certificado de ensaio — são definidos na proposta.

Bombas em área classificada com biogás precisam ser ATEX/INMETRO?

No Brasil, o que se exige é a certificação do Inmetro: equipamento elétrico para atmosfera explosiva — motor, painel e instrumentos — precisa de certificação de conformidade conforme a Portaria Inmetro nº 115/2022; ATEX é o regime da União Europeia. A zona de cada ambiente vem do estudo de classificação de áreas do projeto (ABNT NBR IEC 60079-10-1). Quando o motor Ex é especificado, a FB cota o conjunto com o motor certificado pelo fabricante do motor, cujo certificado acompanha o equipamento. A parte hidráulica não recebe esse certificado; itens como protetor de acoplamento anti-centelhante e temperatura de superfície são avaliados pelo projeto da instalação.

Para biodigestor em Rio Grande do Sul, vale a pena instalar aquecimento por óleo térmico?

A decisão é do projeto do digestor, não da bomba. A temperatura de operação escolhida para o processo e as perdas térmicas no inverno definem a carga de aquecimento; o meio — água quente recuperada, vapor ou fluido térmico — é escolhido pelo balanço de energia da planta. A FB não publica payback para essa decisão. Depois dela, a bomba segue o meio escolhido: FBCN para água quente, com vedação definida pela temperatura (MTEC-03/00), ou FBOT para óleo térmico, com limite de série de 350 °C e pressão de recalque conforme a Figura 1 do MTEC-16/00. Envie temperatura, vazão e pressão do circuito para a seleção.

A FB Bombas atende planta integrada biodiesel + biogás?

Avaliam-se as correntes separadamente: FBE para óleo, gordura e glicerina compatíveis, com modelo e rotação pela viscosidade medida; FBCN para líquidos limpos ou turvos compatíveis; FBOT no circuito de óleo térmico, quando existente. Sólidos, metanol residual, pressão e temperatura precisam constar da consulta. Na FBE, o acoplamento magnético é uma opção documentada a confirmar, não uma garantia universal de estanqueidade. A alimentação bruta com sólidos e fibras exige tecnologia apropriada.

Vale CAPEX maior em bomba 316L vs ferro fundido para biofertilizante de baixo H2S?

Depende da análise do fluido, não de uma regra de custo. Compare pH, cloretos, sulfetos e H2S, sólidos e temperatura, incluindo a variação entre bateladas e trocas de substrato. Ferro fundido e inox CF8M (a designação fundida do 316) são materiais de carcaça documentados para FBCN (MTEC-03/00) e FBE (catálogo 2026); o manual FBCN prevê sobre-espessura de corrosão de 3,3 mm. A FB não publica vida útil por material. Se a planta já tem histórico de inspeção, medição de espessura ou falhas, use-o; se não tem, peça dados de compatibilidade ao fornecedor do produto ou a um especialista em corrosão antes de decidir.

Lead time da FB Bombas contra o da bomba importada de fluxo bruto?

A FB não publica prazo padrão nem compara prazos com fornecedores de outras tecnologias. O prazo de cada bomba FB, a disponibilidade de peças e as condições de entrega são confirmados na cotação. Para montar o cronograma do projeto, peça a cada fornecedor prazo de fabricação, de peças críticas e de assistência na mesma base (a partir do pedido e da documentação aprovados, com a mesma condição de frete) e defina quais sobressalentes ficarão estocados na planta.

Seu processo. A especificação certa.

Informe o fluido, a vazão, a pressão e a temperatura de operação. Inclua as condições de sucção e os dados do equipamento instalado, quando houver. Com esse contexto, a equipe FB Bombas avalia sua aplicação.

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Para iniciar a avaliação

  • Fluido e condições de operação
  • Vazão e pressão requeridas
  • Instalação e equipamento atual