Perda de carga é a energia mecânica que o fluido perde por atrito no tubo e por perturbações em acessórios. Ela é expressa como altura de coluna do próprio líquido, normalmente em metros, e soma uma parcela distribuída e outra localizada. Na sucção reduz o NPSH disponível; na descarga aumenta a altura que a bomba precisa vencer.
Em resumo
- A perda de carga é a energia que o fluido perde por atrito no tubo e nos acessórios, expressa em metros de coluna do próprio líquido; o total é a soma da parcela distribuída com a localizada.
- Darcy-Weisbach calcula a perda distribuída para qualquer líquido newtoniano, com o fator de atrito obtido do número de Reynolds e da rugosidade; Hazen-Williams só vale para água em regime turbulento.
- Na sucção, cada metro de perda tira um metro do NPSH disponível; como o NPSHr de catálogo (NPSH3) já corresponde a 3% de queda de altura, projete com margem sobre ele.
- Os coeficientes K variam com o acessório, a conexão e o fabricante — válvula gaveta aberta ≈ 0,15 contra válvula globo aberta ≈ 10; use o valor do fabricante sempre que houver.
- Com fluidos viscosos em regime laminar, a perda cai com a quarta potência do diâmetro: dimensione a sucção com diâmetro no mínimo igual ao bocal da bomba e confira a partida a frio.
Qual é a diferença entre perda de carga distribuída e localizada?
A distribuída ocorre ao longo do comprimento reto por atrito com a parede e depende de comprimento, diâmetro, velocidade, rugosidade e regime. A localizada ocorre em curvas, válvulas, tês, reduções, filtros, entradas e saídas e é representada por um coeficiente K. A perda total é a soma das duas.
Para quem opera bombas industriais, a perda de carga pesa em dois pontos: (1) na sucção, ela reduz o NPSH disponível — se a perda for grande demais, a bomba cavita; (2) na descarga, ela aumenta a altura manométrica total que a bomba precisa vencer. Numa centrífuga, isso desloca o ponto de operação para a esquerda da curva, e a bomba entrega menos vazão que o projetado.
Numa bomba de deslocamento positivo, como as de engrenagem FBE e FBEI, a vazão praticamente se mantém e quem sobe é a pressão de descarga — por isso o circuito precisa de válvula de alívio ou de outra proteção contra sobrepressão.
| Tipo | Origem | Variáveis | Equação |
|---|---|---|---|
| Distribuída | Atrito no trecho reto | L, D, v, rugosidade, regime | Hf = f × (L/D) × v²/2g |
| Localizada | Curvas, válvulas, tês, reduções, filtros | Coeficiente K de cada acessório e v no trecho | Hf = K × v²/2g |
Qual é a fórmula da perda de carga distribuída?
Darcy-Weisbach calcula Hf = f × (L/D) × v²/(2g), com Hf, L e D em metros, v em m/s e g = 9,81 m/s². O f da fórmula é o fator de atrito de Darcy, quatro vezes maior que o fator de Fanning usado em parte da literatura de engenharia química — confundir os dois multiplica ou divide o resultado por quatro.
O fator f depende do número de Reynolds e da rugosidade relativa, e a equação vale para qualquer líquido newtoniano quando propriedades e regime são informados corretamente.
O fator de atrito depende do regime de escoamento. No regime laminar — Reynolds abaixo de cerca de 2.000, pelo critério do Hydraulic Institute —, f = 64/Re e a perda é proporcional à viscosidade e à velocidade; é o regime comum no bombeamento de óleos pesados e outros fluidos viscosos com bombas de engrenagem.
No regime turbulento — Reynolds acima de cerca de 4.000, o caso usual da água em centrífugas —, f depende também da rugosidade relativa e sai do diagrama de Moody ou da equação de Colebrook-White. Entre 2.000 e 4.000 fica a zona crítica, em que o escoamento pode ser instável e o fator de atrito é incerto; evite projetar o ponto de operação nela. Quem define o regime é o Reynolds calculado, não o tipo de bomba.
Para água e líquidos de baixa viscosidade, a alternativa consagrada em saneamento e redes de incêndio é a fórmula de Hazen-Williams: Hf = 10,67 × L × Q^1,852 / (C^1,852 × D^4,87), com Q em m³/s e D e L em metros.
O coeficiente C expressa a lisura interna do tubo e cai com o envelhecimento: valores típicos são PVC ≈ 150 e ferro galvanizado ≈ 120, e o ferro fundido, ≈ 130 quando novo, chega a 89–100 depois de cerca de 20 anos de serviço.
Em redes de sprinklers, o C não é escolha livre: a NFPA 13 fixa o valor de projeto por material e tipo de sistema — para aço preto, 120 em sistema molhado e 100 em sistema seco ou de ação prévia. A vantagem da fórmula é dispensar Reynolds e fator de atrito; a limitação é valer só para água, em temperatura ambiente e regime turbulento.
Para óleos e fluidos viscosos (bombas FBE e FBEI), use Darcy-Weisbach com a viscosidade real do fluido na temperatura de operação.
A tabela abaixo traz valores prontos de perda de carga distribuída por 100 m de tubo reto, calculados por Darcy-Weisbach com fator de atrito de Colebrook-White para água a cerca de 20 °C (viscosidade cinemática de 1,004 × 10⁻⁶ m²/s), em tubo de aço-carbono comercial (rugosidade ε = 0,045 mm) com os diâmetros internos indicados. Os valores não incluem acessórios nem margem de projeto.
Observe o efeito da velocidade: no diâmetro de 50 mm, dobrar a vazão de 10 para 20 m³/h multiplica a perda por 3,7 — um pouco menos que 4, porque o fator de atrito cai quando o Reynolds sobe.
Hf = f × (L / D) × v² / (2g)Equação de Darcy–Weisbach
| Diâmetro interno | Vazão | Velocidade | Perda (m / 100 m) |
|---|---|---|---|
| 50 mm | 10 m³/h | 1,41 m/s | 4,6 |
| 50 mm | 20 m³/h | 2,83 m/s | 17,3 |
| 65 mm | 20 m³/h | 1,67 m/s | 4,6 |
| 65 mm | 30 m³/h | 2,51 m/s | 9,9 |
| 80 mm | 30 m³/h | 1,66 m/s | 3,5 |
| 80 mm | 50 m³/h | 2,76 m/s | 9,2 |
| 100 mm | 50 m³/h | 1,77 m/s | 3,0 |
| 100 mm | 80 m³/h | 2,83 m/s | 7,3 |
| 150 mm | 100 m³/h | 1,57 m/s | 1,5 |
| 150 mm | 200 m³/h | 3,14 m/s | 5,5 |
Quando usar Darcy–Weisbach ou Hazen–Williams?
Use Darcy-Weisbach para qualquer líquido newtoniano, em qualquer regime, com viscosidade, Reynolds e rugosidade coerentes. Hazen-Williams é uma aproximação prática para água em regime turbulento e não deve ser transferida para óleos ou fluidos viscosos. Nos dois casos, vazão e diâmetro precisam estar nas unidades da fórmula, e nenhum dos métodos dispensa somar as perdas dos acessórios.
| Método | Domínio de uso | Propriedades exigidas | Principal limitação |
|---|---|---|---|
| Darcy–Weisbach | Qualquer líquido newtoniano, em qualquer regime | Viscosidade, densidade, rugosidade, Reynolds | Exige calcular o fator de atrito f |
| Hazen–Williams | Água em regime turbulento (saneamento, incêndio) | Coeficiente C do material e do estado do tubo | Não vale para óleos e fluidos viscosos |
Como calcular a perda de carga localizada?
Some as perdas de cada acessório por Hf = K × v²/(2g), usando a velocidade do trecho em que o acessório está instalado. Se vários itens estão no mesmo diâmetro, some os coeficientes K antes de aplicar a fórmula. Em reduções e ampliações, confira se o K foi tabelado para a velocidade do lado menor ou do lado maior — o usual é o lado menor. Em linhas críticas de sucção, prefira os coeficientes K ao comprimento equivalente.
A perda localizada ocorre em curvas, tês, válvulas, reduções, ampliações, filtros e na entrada e saída de reservatórios. Os coeficientes da tabela abaixo são valores típicos de livro-texto para escoamento turbulento (tabela de perdas localizadas da Purdue University; relações de ampliação e contração bruscas das notas da Clarkson University).
Eles mudam com a geometria exata, o tamanho, o tipo de conexão (flangeada ou rosqueada), o grau de abertura e o fabricante: o próprio Hydraulic Institute registra dispersão de ±50% entre valores publicados para válvulas gaveta flangeadas e de +200% a −80% para válvulas de retenção. Sempre que houver, use o K ou a curva de perda do fabricante do acessório.
Método do comprimento equivalente: cada acessório é convertido num trecho de tubo reto medido em diâmetros (L/D). Os valores clássicos do Crane Technical Paper 410 são: cotovelo padrão de 90° ≈ 30D, cotovelo de 45° ≈ 16D, tê com passagem direta ≈ 20D e com saída lateral ≈ 60D, válvula gaveta aberta ≈ 8D, válvula globo aberta ≈ 340D e retenção tipo portinhola ≈ 100D.
A conversão é K = f_T × (L/D), em que f_T é o fator de atrito na turbulência plena para aquele diâmetro — cerca de 0,019 em 2″ e 0,015 em 6″. Por isso o comprimento equivalente só vale no regime turbulento.
Em escoamento laminar de fluidos viscosos, a perda real dos acessórios é bem maior que a tabelada: em projetos críticos de NPSH, especialmente na sucção de bombas de engrenagem FBE e FBEI, calcule acessório por acessório pelo método dos coeficientes K, com correção para baixo Reynolds, como os métodos 2-K de Hooper e 3-K de Darby.
| Acessório | K típico | Observação |
|---|---|---|
| Curva 90° de raio longo, flangeada | 0,2 | 0,7 se rosqueada |
| Curva 90° padrão, flangeada | 0,3 | 1,5 se rosqueada |
| Curva 45° de raio longo, flangeada | 0,2 | Curva 45° padrão rosqueada: 0,4 |
| Tê, passagem direta | 0,2 (flangeado) | 0,9 se rosqueado |
| Tê, saída lateral | 1,0 (flangeado) | 2,0 se rosqueado |
| Válvula gaveta | 0,15 (aberta) | 0,26 com 1/4 fechada; 2,1 com 1/2; 17 com 3/4 |
| Válvula globo | 10 (aberta) | Válvula angular aberta: 2 |
| Válvula esfera | 0,05 (aberta) | 5,5 com 1/3 fechada; 210 com 2/3 |
| Retenção tipo portinhola | 2 (fluxo direto) | Em vazões baixas abre só em parte e o K sobe (HI) |
| Entrada de reservatório, borda viva | 0,5 | Reentrante: 0,8; levemente arredondada: 0,2; bem arredondada: 0,04 |
| Saída para reservatório | 1,0 | Toda a energia cinética do jato é dissipada |
| Ampliação brusca | (1 − d²/D²)² | Sobre a velocidade do tubo menor |
| Contração brusca | 0,42 × (1 − d²/D²) | Para d/D < 0,76, sobre a velocidade do tubo menor |
| Filtro Y | Curva do fabricante | Depende da malha e sobe com o entupimento; acompanhe pela pressão diferencial |
Como calcular a perda de carga total passo a passo?
Primeiro calcule v = Q/A, usando vazão e diâmetro interno em unidades compatíveis. Depois calcule a parcela distribuída, some as parcelas localizadas e faça Hf,total = Hf,distribuída + Σ Hf,localizada. Use a viscosidade na temperatura real de operação e reporte o resultado em metros do líquido bombeado.
O resultado ainda não é a altura da bomba. A altura manométrica total soma o desnível entre os níveis de sucção e de descarga, a diferença entre a pressão final exigida e a pressão no reservatório de sucção, convertida em metros do líquido, e a perda total da sucção e do recalque: H = Δz + (P2 − P1)/(ρ·g) + Hf,total, desprezando a diferença de energia cinética entre os reservatórios.
Com a vazão de projeto, H forma o ponto (Q, H) que vai à curva da bomba.
Nas centrífugas FBCN, confira esse ponto nas curvas publicadas a 1.750 rpm e a 3.500 rpm (links abaixo). Se ele cair na faixa de operação de um modelo, envie o ponto, o fluido e a temperatura: a engenharia confirma o rotor, o NPSH e a potência no ponto de operação.
Hf,total = Hf,distribuída + Σ Hf,localizadaSoma das parcelas
Como a perda de carga na sucção provoca cavitação?
Na sucção, a perda entra como subtração direta: NPSHa = Pa ± Hz − Hf − Pv, com as pressões absoluta e de vapor convertidas em metros do próprio líquido na temperatura de operação. Portanto, 1 m de perda adicional reduz o NPSH disponível em 1 m e diminui a margem sobre o valor requerido.
Não trate NPSHa = NPSHr como condição sem cavitação: o NPSH3, base do NPSHr de catálogo, é medido no ponto em que a altura da bomba já caiu 3% — ou seja, com cavitação em curso. Por isso a ANSI/HI 9.6.1 expressa a margem como a razão NPSHa/NPSHr e recomenda valores que variam com o tipo de aplicação.
Exemplo numérico, com valores hipotéticos só para mostrar a ordem de grandeza: bomba centrífuga com NPSHr de 3,2 m no ponto de operação, bombeando água a 60 °C — pressão atmosférica ao nível do mar ≈ 10,51 m e pressão de vapor ≈ 2,07 m, ambas em metros de água a 60 °C. Tubo de 65 mm de diâmetro interno e velocidade de 2,5 m/s (≈ 30 m³/h; Re ≈ 343.000; f ≈ 0,019).
Instalação boa: sucção afogada (Hz = +2,0 m), 5 m de tubo, entrada de borda viva, 2 curvas 90° de raio longo e 1 gaveta aberta (ΣK = 1,05). Perda distribuída = 0,019 × (5/0,065) × (2,5²/19,62) = 0,47 m; localizada = 1,05 × 0,319 = 0,33 m; Hf = 0,80 m; NPSHa = 10,51 + 2,0 − 0,80 − 2,07 = 9,64 m, com folga larga sobre os 3,2 m.
Instalação ruim: sucção negativa (Hz = −3,0 m), 15 m de tubo, entrada de borda viva, 5 curvas 90° de raio longo, um filtro Y sujo (K = 8, por hipótese) e a gaveta (ΣK = 9,65). Distribuída = 1,40 m; localizada = 3,07 m; Hf = 4,47 m; NPSHa = 10,51 − 3,0 − 4,47 − 2,07 = 0,97 m — abaixo do NPSHr, e a bomba cavita. Mudou só a tubulação: mesma bomba, mesma vazão, mesmo líquido.
Como a viscosidade altera a perda de carga?
No regime laminar, o fator de atrito é f = 64/Re, e a perda cresce na proporção da viscosidade para a mesma geometria e vazão. Por isso, o cálculo deve usar a viscosidade na temperatura de operação e também verificar a partida, quando o fluido pode estar mais frio e bem mais viscoso — muitas vezes é essa a condição que dimensiona a sucção.
Em aplicações com bombas de engrenagem FBE e FBEI, o fluido costuma ser viscoso — óleos pesados, asfalto, resinas — e o escoamento na sucção tende ao regime laminar. Nesse regime, para a mesma vazão, a perda distribuída cai com a quarta potência do diâmetro (lei de Hagen-Poiseuille): passar a sucção de 50 para 65 mm corta essa perda em cerca de 65%.
É por isso que a tubulação de sucção nunca deve ter diâmetro menor que o bocal da bomba e muitas vezes é um ou dois diâmetros maior — cuidado que pesa ainda mais com fluidos viscosos. A própria FBE tem limite de viscosidade por tamanho, pela tabela de seleção do manual MTEC-01/01: 2.500 SSU de 1/8″ a 1/4″; 7.500 SSU de 3/8″ a 1″; 50.000 SSU em 1.1/2″ e 2″; e 100.000 SSU de 3″ a 6″.
Dos tamanhos de 1.1/2″ para cima, a tabela prevê rotações reduzidas por polia ou redutor para as viscosidades mais altas — até 150 rpm de 3″ a 6″.
Outra particularidade: em muitos fluidos viscosos a viscosidade depende fortemente da temperatura. O CAP (cimento asfáltico de petróleo), por exemplo, é semissólido ou sólido à temperatura ambiente e só se torna fluido quando aquecido, segundo as informações técnicas de asfalto da Petrobras. A perda de carga deve ser calculada para a pior condição, geralmente a partida, quando o fluido está mais frio.
Para isso, a FBE tem a execução CA, com câmara de aquecimento, disponível de 1.1/2″ a 6″: o fluido de aquecimento circula pela câmara e mantém o produto fluido dentro da bomba. A tubulação de sucção precisa de aquecimento próprio — traço de vapor, de óleo térmico ou elétrico — e de isolamento térmico.
Regras práticas de dimensionamento da sucção
Regras práticas para minimizar a perda de carga na sucção — as quatro primeiras estão no manual de instalação das bombas FBEI (MAN001-10): (1) instale a bomba o mais próximo possível do ponto de sucção; (2) use o menor número possível de acessórios na linha de sucção; (3) a tubulação de sucção deve ter diâmetro no mínimo igual ao do bocal de sucção da bomba — nunca reduza antes da bomba; (4) use filtro com a maior área de passagem possível (o manual FBEI indica malha de 40 a 80 mesh, conforme o modelo) e acompanhe o entupimento pela pressão diferencial; (5) deixe de 5 a 10 diâmetros de tubo reto entre a entrada da bomba e a primeira curva, válvula ou tê; (6) em sucção horizontal com redução, use redução excêntrica com o lado reto para cima, para não formar bolsa de ar; (7) na sucção, use válvula de bloqueio de passagem plena (gaveta ou esfera) e opere-a totalmente aberta — estrangulá-la soma perda justamente onde ela reduz o NPSHa, e válvula globo (K ≈ 10) não deve ficar na sucção; (8) prefira sucção afogada sempre que possível — cada metro de coluna positiva é um metro a mais de NPSHa; (9) com fluidos viscosos em bombas FBE, respeite o limite de viscosidade do tamanho escolhido: se na partida a viscosidade passar desse limite, aqueça o fluido e a linha de sucção antes de partir ou reveja o tamanho e a rotação com a engenharia.
Como pedir a seleção da bomba a partir do cálculo?
Com a perda de carga e a altura manométrica calculadas, envie à engenharia de aplicação da FB Bombas o ponto de operação (vazão e altura), os dados do fluido (tipo, viscosidade na temperatura de operação e na partida, densidade), a temperatura e o NPSH disponível na sucção, para comercial@fbbombas.com.br ou pelo WhatsApp +55 11 97287-4837.
Se o cálculo ainda não estiver fechado, mande também o traçado da tubulação (comprimentos, diâmetros internos, cotas e acessórios), indicando o que foi medido e o que é estimado. Com esses dados, a engenharia indica o modelo e a margem de NPSH no ponto de operação.


