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A linha FBE de engrenagem externa é a referência brasileira para transferência de óleos lubrificantes, hidráulicos, minerais e vegetais. Cobre DN 1/8" a 6", vazões até 390 m³/h e temperaturas até 350 °C — com fabricação nacional em Cabreúva-SP e repetibilidade volumétrica típica de 85% a 95% em toda a faixa de viscosidade.
Para transferência de óleos lubrificantes, hidráulicos, minerais e vegetais, a bomba de engrenagem externa é a tecnologia padrão. A Série FBE da FB Bombas cobre toda a faixa: óleos de baixa viscosidade (40 SSU dielétricos) até ultra-viscosos (>100.000 SSU). Pressão até 22 kgf/cm², temperatura até 350°C, autoescorvante. Fabricação nacional desde 1944.
Sim. Óleos lubrificantes ISO VG 32 a 680 (200-3.500 SSU) operam em FBE 1.150 rpm em ferro fundido ou aço carbono. Óleos hidráulicos HLP/HVLP (150-600 SSU a 40°C) usam FBE 1/2" a 3" com selo mecânico tipo 21. Óleos vegetais (50-350 SSU) requerem FBE em inox A743 CF8M para indústria alimentícia.
Óleos têm viscosidade entre 30 e 100.000 SSU, faixa em que centrífugas perdem eficiência drasticamente — vazão cai e potência sobe acima de 100 cP. A bomba de engrenagem entrega volume fixo independente da viscosidade, garante vazão constante para dosagem e transferência precisa, e é autoescorvante. É a escolha técnica correta para qualquer óleo industrial.
A bomba de engrenagem para óleo é uma bomba de deslocamento positivo rotativo que utiliza duas engrenagens helicoidais externas para capturar o fluido entre os dentes e a parede da carcaça, transportando volume constante por rotação — independente da pressão do sistema. É a tecnologia correta para qualquer óleo com viscosidade acima de aproximadamente 150 cSt, faixa em que bombas centrífugas perdem rendimento exponencialmente. Na linha FBE da FB Bombas, o projeto segue a norma API 676 (Positive Displacement Pumps — Rotary, 3ª edição). O corpo é fundido em uma única peça com pés próprios e bocais opostos a 180°. Os óleos preenchem os espaços entre os dentes sem sofrer cisalhamento significativo, o que preserva aditivos e propriedades físico-químicas do lubrificante. Existem seis classes operacionais principais que a FBE atende: óleos lubrificantes minerais e sintéticos, óleos hidráulicos industriais, óleos de laminação e têmpera em siderurgia, óleos dielétricos em transformadores, óleos vegetais em indústria alimentícia, e óleos residuais em ciclo de reuso ou descarte.
Cada classe de óleo tem um perfil de viscosidade e temperatura que determina a rotação máxima da bomba e o material de construção. Óleos lubrificantes ISO VG 32 a VG 680 operam tipicamente entre 200 e 3.500 SSU, atendidos pela FBE com rotação direta a 1.150 rpm em ferro fundido ou aço carbono. Óleos hidráulicos (HLP, HVLP, biodegradáveis) geralmente estão entre 150 e 600 SSU a 40 °C — faixa ideal para FBE 1/2" a 3" com acoplamento direto e selo mecânico tipo 21. Óleos minerais pesados, como BPF e óleos de têmpera, operam entre 2.500 e 7.500 SSU quando aquecidos a 60-80 °C, exigindo FBE de 1" a 6" com transmissão direta a 850 rpm. Acima de 7.500 SSU (óleos ultra-viscosos ou óleos residuais frios), a rotação cai para 500-700 rpm via polia ou redutor, e a linha FBEI de engrenagem interna passa a ser preferida pela menor pulsação. Óleos vegetais (soja, palma, girassol, manteiga de cacau) têm viscosidade entre 50 e 350 SSU e exigem carcaça em aço inox AISI 316 (ASTM A743 CF8M) para cumprir requisitos sanitários da indústria alimentícia. Óleos dielétricos de transformador (nafténicos ou siliconados) operam em baixa viscosidade (~40 SSU) e dispensam aquecimento, sendo transferidos por FBE pequena com vedação especial para evitar contaminação por umidade.
A Tabela 2 do manual técnico FBE (MTEC-01/01, página 4) define rigorosamente a rotação máxima em função da viscosidade do óleo. Para a faixa de 30 a 250 SSU, o acionamento direto a 1.750 rpm é permitido em FBE 1/8" a 1" D. De 250 a 2.500 SSU — que cobre a maioria dos óleos lubrificantes industriais —, a rotação cai para 1.150 rpm e o range se amplia para FBE 1/8" a 5". Entre 2.500 e 7.500 SSU (óleos pesados aquecidos), a rotação nominal é 850 rpm em FBE 1/2" a 6". Acima disso, o acionamento exige polia ou redutor: 700 a 500 rpm para 7.500-10.000 SSU, 500 a 300 rpm para 10.000-50.000 SSU, e 300 a 150 rpm para 50.000-100.000 SSU. Violar essas faixas produz dois modos de falha típicos: cavitação na sucção por NPSH insuficiente (quando se força vazão alta em óleo muito viscoso) e sobrecarga mecânica com disparo do térmico do motor (quando a viscosidade real em campo excede a de projeto). A regra de ouro é dimensionar na viscosidade mínima de partida, não na viscosidade de regime. Em óleo mineral pesado, a viscosidade a 20 °C pode ser quatro a seis vezes maior do que a 60 °C — e a partida a frio é onde 80% das falhas mecânicas se manifestam.
Para óleos minerais, hidráulicos e lubrificantes comerciais em temperatura até 80 °C, a configuração padrão da FBE é carcaça em ferro fundido ASTM A48 CL30, engrenagens em SAE 8620, eixos em SAE 1045 e vedação por gaxeta grafitada ou selo mecânico tipo 21 (cerâmica × grafite × viton, mola AISI 304). Essa configuração tem vida útil típica de oito a doze anos em operação contínua e é a escolha economicamente correta em 70% das aplicações de óleo. Para óleos vegetais em indústria alimentícia, a exigência sanitária obriga carcaça e engrenagens em aço inox AISI 316 (ASTM A743 CF8M), com vedação por selo mecânico sanitário tipo FDA. Para óleos dielétricos de transformador, a prioridade é evitar qualquer contaminação por umidade ou particulado ferroso — configuração recomendada: carcaça em inox, selo mecânico duplo com reservatório de óleo de barreira, e filtro de 10 microns na sucção. Para óleos residuais ou descarte com particulados abrasivos, a linha FBEI de engrenagem interna é preferida pelo menor número de pontos de contato metal-metal e pela maior tolerância a sólidos em suspensão. Em casos extremos (óleos usados com água emulsionada e sedimentos), pode-se especificar bucha em carbeto de silício para resistência a erosão.
A FB Bombas fabrica bombas de engrenagem externa desde 1944 em Cabreúva-SP, e a linha FBE é a escolha histórica de refinarias, fábricas de lubrificantes, siderúrgicas e usinas de açúcar brasileiras para transferência de óleos. Os diferenciais reais são três: disponibilidade de peças de reposição fabricadas localmente (sem dependência de importação para Edral, Hidex, RZR, Viking, Netzsch ou Maag), conformidade direta com API 676 3ª edição, e atendimento de engenharia de aplicação em português direto com quem projeta a bomba. O CRCC Petrobras ativo na Família 6 (Equipamentos Rotativos) confirma a homologação da FBE para fornecimento direto à cadeia Petrobras, incluindo as refinarias onde óleos combustíveis pesados e nafta são bombeados 24/7. Para indústrias que estão substituindo bombas importadas em fim de vida, a FBE oferece drop-in replacement dimensional compatível com as principais marcas em DN 1/2" a 6" — rapidez na especificação, prazo reduzido de entrega e custo total de propriedade substancialmente menor.
Para óleo hidráulico ISO VG 46 (~220 SSU a 40 °C), a FBE 1/2" a 2" com acoplamento direto a 1.150 ou 1.750 rpm é a escolha padrão. Em sistemas com retorno de reservatório com temperatura controlada entre 40 e 55 °C, a FBE 1" atende vazões de 30 a 60 L/min com pressão até 22 kgf/cm² e vida útil média superior a 10 anos. Material: ferro fundido ASTM A48 CL30; vedação: gaxeta grafitada ou selo mecânico tipo 21.
Não se a diferença de temperatura gerar variação de viscosidade superior a 3:1. Como a rotação máxima da FBE depende da viscosidade (Tabela 2 do manual), um óleo que é 1.500 SSU a 20 °C e 300 SSU a 80 °C exigiria duas rotações diferentes para operar dentro da curva. A solução correta é dimensionar pela viscosidade mais crítica (a mais alta, no caso a partida a frio) e operar em regime com pressão de descarga reduzida, ou especificar uma versão CA (Com Câmara de Aquecimento) que mantém o óleo na temperatura de projeto.
Em 90% dos casos, sim. A FBE tem compatibilidade dimensional direta com Viking, Netzsch, Maag, Hidex e RZR em DN 1/2" a 6", e a FB Bombas fornece drop-in replacement com adequação de base, acoplamento e tubulação. Envie a placa de identificação da bomba atual e os dados de processo (vazão, pressão, temperatura, viscosidade) para comercial@fbbombas.com.br — a engenharia de aplicação retorna a especificação FBE equivalente em até 24 horas úteis, com prazo de entrega tipicamente 4 a 6 vezes menor que a reposição importada.
Para óleo vegetal comestível (soja, palma, girassol, oliva), a vedação correta é selo mecânico sanitário com faces em cerâmica × carbeto de silício e elastômeros FDA (EPDM ou viton grau alimentício). A carcaça deve ser em aço inox AISI 316 (ASTM A743 CF8M), acabamento sanitário Ra ≤ 0,8 µm nas superfícies em contato com o produto, e conexões em triclamp ou SMS. A FBE em configuração sanitária é homologada para linhas de envase, transferência de manteiga de cacau e bombeamento de xaropes concentrados em fábricas de alimentos.
Sim, desde que a viscosidade e o teor de sólidos sejam conhecidos. Óleo queimado apresenta viscosidade superior ao óleo novo (tipicamente 1.500-5.000 SSU a 20 °C) e pode conter água emulsionada, carbonos, metais desgastados e sedimentos. A recomendação é FBE de 1" a 3" em aço carbono com mancais reforçados e filtro de sucção de 150-200 mesh. Em operação contínua de re-refino (usinas de óleo usado), a linha FBEI de engrenagem interna tem vida útil superior pela geometria menos agressiva ao particulado abrasivo.
A FBE (engrenagem externa) é a escolha padrão para óleos limpos de viscosidade moderada (até ~7.500 SSU). A FBEI (engrenagem interna) entra quando a viscosidade sustentada ultrapassa ~1.000 cSt, quando é necessário baixo cisalhamento (óleos com aditivos de alto peso molecular), quando há exigência de baixíssima pulsação (alimentação de filtros, dosagem precisa) ou quando o óleo contém particulados em suspensão. Em termos de custo inicial, a FBE é 20-30% mais barata; em termos de vida útil em aplicações difíceis, a FBEI pode durar 2-3x mais.
Envie dados do fluido e condições de operação. Dimensionamento direto do fabricante, desde 1944.
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