
Guia de Aplicação — Série FBE
Transferência, circulação e lubrificação com óleo: como a viscosidade na temperatura de bombeamento define a rotação, o diâmetro e o acionamento da série FBE, com as tabelas do catálogo FBE 2026 e do manual MTEC-01/01.
Pontos para a análise
- Defina a função do circuito: transferência, circulação, filtragem ou lubrificação.
- Informe o óleo completo, aditivos, água e partículas, com viscosidade na partida e em operação.
- Compare FBE e FBEI no mesmo ponto de operação e confirme materiais, vedação e requisitos de sucção.
- Para reposição, acrescente placa, código completo, base, conexões e desenho disponível.
O que é uma bomba de engrenagem para óleo
É uma bomba de deslocamento positivo em que duas engrenagens giram dentro de uma carcaça. O eixo motriz recebe a rotação do motor e aciona a outra engrenagem. O engrenamento cria depressão na câmara de sucção, o óleo enche as cavidades entre os dentes e a carcaça e é levado pela periferia até a descarga. O próprio engrenamento impede o retorno à sucção, e o bombeamento fica contínuo (catálogo FBE 2026, p.2). Na série FBE, o corpo é fundido em peça única, com pés e bocais opostos a 180°. As engrenagens têm dentes helicoidais, os eixos giram em mancais de buchas e a vedação fica na frente da bomba (MTEC-01/01, p.1 e p.6). O manual cobre os diâmetros de 1/8″ a 6″, com vazões até 390 m³/h; o catálogo 2026 p.6 lista ainda o 10″. O catálogo 2026 dá a faixa de 30 a 100.000 SSU e pressão de descarga até 22 kgf/cm². São limites da série: cada diâmetro tem o seu, e eles não valem ao mesmo tempo.
- Petroquímica, óleo e gás: em refinarias, óleo diesel, óleo cru, graxas, querosene, gasolina e óleos em geral (catálogo FBE 2026, p.3).
- Metalúrgica: máquinas e equipamentos hidráulicos, filtros prensa, sistemas de lubrificação e queimadores de óleo (catálogo FBE 2026, p.3).
- Alimentícia: óleo BPF e óleo vegetal estão na lista do catálogo, ao lado de xaropes, melaços e glicoses (catálogo FBE 2026, p.3).
- Fora dessas listas, a aplicação se confirma com a ficha do óleo e os dados do processo.
Tipos de óleo e seleção FBE: do hidráulico leve à transferência de óleo pesado
O nome do óleo não escolhe a bomba. O que escolhe é a viscosidade na temperatura em que ele será bombeado, a vazão, a pressão e a sucção. Um óleo hidráulico leve e um óleo combustível pesado podem usar a mesma série FBE, mas em linhas diferentes da tabela de rotação: o leve pode ficar em 1.750 rpm com acionamento direto, e o pesado pode exigir 850 rpm ou polia e redutor. Óleos novos, usados e misturados exigem descrições diferentes. No óleo usado, informe água, partículas e contaminantes conhecidos: o manual MTEC-01/01 manda consultar a FB quando o fluido tem sólidos em suspensão (item 2.3). No óleo que engrossa ou solidifica quando esfria, informe a temperatura mínima do local e o aquecimento disponível.
- Óleo lubrificante: grau ISO VG, aditivos, temperatura do circuito e da partida.
- Óleo hidráulico: função da bomba no circuito, pressão efetiva do serviço e temperatura do reservatório.
- Óleo combustível pesado (BPF): viscosidade na partida e no regime e aquecimento disponível, que pode ser a câmara de aquecimento da FBE de 1.1/2″ a 6″.
- Óleo vegetal: composição, temperatura e requisitos de contato e limpeza.
- Óleo usado: água, partículas e contaminantes conhecidos, para a FB avaliar os sólidos em suspensão.
Do grau ISO VG à rotação da FBE: exemplos com ISO VG 68 e ISO VG 680
O grau ISO VG classifica o óleo pela viscosidade cinemática a 40 °C, em cSt (mm²/s), e não diz nada sobre outra temperatura (ASTM D2422, itens 1.2 e 4.4). A tabela de rotação da FBE está em SSU. O catálogo FBE 2026 (p.5) dá a conversão aproximada SSU = cSt × 4,635, válida acima de 300 SSU, ou seja, acima de cerca de 65 cSt. Exemplo 1: um óleo ISO VG 68 tem cerca de 68 cSt a 40 °C, ou 68 × 4,635 ≈ 315 SSU. Bombeado a 40 °C, fica na linha de 250 a 2.500 SSU: 1.150 rpm, acionamento direto, FBE de 1/8″ a 5″. Exemplo 2: um ISO VG 680 tem cerca de 680 cSt a 40 °C, ou ≈ 3.150 SSU, e cai na linha de 2.500 a 7.500 SSU: 850 rpm, acionamento direto, FBE de 1/2″ a 6″. Se o óleo for bombeado mais frio, a viscosidade sobe e a linha pode mudar; a ficha do óleo dá a viscosidade na temperatura real. Abaixo de 300 SSU, use o gráfico de conversão do catálogo ou a calculadora de viscosidade.
- 30 a 250 SSU: 1.750 rpm, direta, FBE 1/8″ a 1″D.
- 250 a 2.500 SSU: 1.150 rpm, direta, FBE 1/8″ a 5″.
- 2.500 a 7.500 SSU: 850 rpm, direta, FBE 1/2″ a 6″.
- 7.500 a 10.000 SSU: 700 a 500 rpm, com polia ou redutor, FBE 1.1/2″ a 6″.
- 10.000 a 50.000 SSU: 500 a 300 rpm, com polia ou redutor, FBE 1.1/2″ a 6″.
- 50.000 a 100.000 SSU: 300 a 150 rpm, com polia ou redutor, FBE 3″ a 6″ (catálogo FBE 2026, p.5).
Dimensionamento da bomba de engrenagem para fluido viscoso: vazão, rotação e viscosidade
A viscosidade define a linha da tabela, e a linha limita os diâmetros. Pela tabela do catálogo, a FBE de 1/8″ e 1/4″ vai até 2.500 SSU; de 1/2″ a 1″D, até 7.500 SSU; de 1.1/2″ e 2″, até 50.000 SSU; e de 3″ a 6″, até 100.000 SSU. A vazão de cada modelo, por rotação e pressão, está nas tabelas do catálogo e do manual. Não estenda a faixa de um diâmetro aos outros. A potência sobe com a viscosidade, porque o atrito do óleo se soma à potência hidráulica (Hydraulic Institute). O catálogo FBE 2026 (p.5) dá o rendimento η por viscosidade e pressão. Com vazão Q em m³/h e pressão Δp em kgf/cm², a potência no eixo é P (cv) = Q × Δp ÷ (27 × η). Exemplo: 6 m³/h, 7 kgf/cm² e 3.000 SSU, com η = 0,32 na tabela, dão 6 × 7 ÷ (27 × 0,32) ≈ 4,9 cv. Com a reserva de 30% da faixa de 3 a 5 cv, o motor comercial deve ter pelo menos 6,3 cv. Entre duas colunas de viscosidade, a coluna mais viscosa dá o rendimento menor e o resultado mais seguro. A viscosidade também muda a pressão de entrada que a bomba exige, e por isso a sucção entra na consulta.
- Rendimento η a 7 kgf/cm²: 40% com 1.000 SSU, 32% com 3.000 SSU, 26% com 7.000 SSU, 20% com 30.000 SSU e 17% com 50.000 SSU (catálogo FBE 2026, p.5).
- Rendimento η a 15 kgf/cm²: 45% com 1.000 SSU, 42% com 3.000 SSU e 28% com 50.000 SSU (catálogo FBE 2026, p.5).
- Reserva de potência do motor: 50% até 2 cv, 30% de 3 a 5 cv, 25% de 6 a 10 cv, 15% de 11 a 25 cv e 10% acima de 25 cv (catálogo FBE 2026, p.5; MTEC-01/01, Tabela 4).
Bomba de circulação de óleo lubrificante: fábrica de lubrificantes e sistema de lubrificação
O catálogo FBE 2026 lista a FBE em sistemas de lubrificação e em máquinas e equipamentos hidráulicos, e em refinarias para óleos em geral (p.3). Em circulação, a seleção parte da vazão do circuito, da pressão no ponto mais exigente e da viscosidade do óleo na temperatura de operação e na partida. Quando a mesma bomba move óleos de graus diferentes, como ISO VG 68 e ISO VG 680 no mesmo circuito, a rotação precisa caber na linha da tabela do óleo mais viscoso. Pelos exemplos acima, a 40 °C isso leva de 1.150 rpm para 850 rpm. A vazão e a potência se conferem nos dois extremos. Na troca da bomba de óleo de um redutor, compressor ou turbina, a FBE só substitui a original depois de conferidos vazão, pressão, rotação, sentido de giro, conexões e fixação. Não há equivalência automática pela bitola.
Materiais e vedação por tipo de óleo
O catálogo FBE 2026 (p.3) lista os materiais da série. Carcaça e tampas podem ser de ferro fundido ASTM A48 CL30, ferro fundido nodular ASTM A536 60-40-18, aço carbono ASTM A216 WCB ou aço inox ASTM A743 CF8M. Eixos e engrenagens são de aço SAE 1045 ou inox AISI 316L, com tratamentos especiais sob consulta. As buchas podem ser de bronze autolubrificante, ferro fundido, PTFE (Teflon), grafite ou metal patente. A escolha segue o óleo, a temperatura, a pressão e os contaminantes, e não uma regra por nome de óleo. A vedação também se escolhe pelo fluido (MTEC-01/01, itens 2.3 a 2.7). A gaxeta é apertada pelo aperta-gaxeta e regulada por porca sextavada. O selo mecânico padrão é o tipo 21, em cerâmica × grafite × viton, com mola em inox AISI 304. O retentor fica em tampa ou carcaça de fabricação especial. O acoplamento magnético é a vedação especial para quando não pode haver vazamento, como em fluidos corrosivos, tóxicos ou explosivos. Flush e quench de selagem são feitos conforme a aplicação e o pedido do cliente (Tabela 17).
Acionamento, aquecimento e conexões da bomba de óleo
A FB fornece duas configurações de acionamento para a FBE, ambas sobre base metálica com acoplamento flexível: direto no motor elétrico ou direto no motor-redutor (catálogo FBE 2026, p.4). Acima de 7.500 SSU, a tabela de rotação pede polia ou redutor. O manual prevê motor elétrico ou a combustível, acoplamento com ou sem espaçador, protetor de acoplamento em aço carbono ou em material anti-centelhante e base em aço estrutural soldado ou chapa em perfil U (MTEC-01/01, p.7). Para óleo que engrossa ou solidifica ao esfriar, a bomba precisa ficar aquecida. A câmara de aquecimento (variante CA) existe da FBE 1.1/2″ à 6″. A válvula de alívio interna é acessório do catálogo, em latão ou inox AISI 304.
- Bocais: rosca BSP de 1/8″ a 1″; flanges ANSI B16.5 150 lbs a partir de 1.1/2″ (catálogo FBE 2026, p.6).
- Câmara de aquecimento, entrada C1 e saída C2: 3/8″ BSP na 1.1/2″ e 1/2″ BSP na 2″, 3″ e 4″ (MTEC-01/01, Tabela 17).
- Drenos, pontos de instrumento, flush e quench seguem a Tabela 17 do manual; os de instrumento e selagem são feitos conforme a aplicação.
Como preparar a consulta para bombeamento de óleo
A FB fabrica a série FBE de engrenagem externa e a FBEI de engrenagem interna em Cabreúva-SP, e os catálogos e manuais das duas estão na biblioteca técnica do site. Há modelos FBE em estoque, e a disponibilidade de cada um sai na cotação. Para óleo de alta viscosidade, compare também a FBEI, cuja série padrão trabalha com redutor em baixa rotação (catálogo FBEI 2026, p.4). O manual MAN001-10 traz 10 modelos de 1″ a 4″, e o catálogo 2026 lista bitolas de 1.1/2″ a 6″. Para reposição, envie placa, código completo, desenhos disponíveis e dimensões da base e das conexões; o catálogo FBE lista os componentes de reposição, de eixos e engrenagens a buchas, selo e válvula de alívio (p.4). Para um circuito novo, envie os dados abaixo. A proposta identifica modelo, rotação, materiais, vedação, acionamento, acessórios e documentação incluída.
- Óleo: nome, ficha técnica, grau ISO VG ou viscosidade com a temperatura de medição.
- Temperaturas: de bombeamento, mínima na partida e máxima.
- Vazão, pressão de descarga e pressão ou altura na sucção.
- Contaminantes: água, partículas e sólidos em suspensão.
- Regime: contínuo ou por batelada, e o aquecimento disponível.
- Instalação: energia, acionamento desejado e restrição de vazamento.
Referências documentais
- diâmetros da FBE no manual MTEC-01/01
- 1/8″–6″
- rotação escolhida pela viscosidade
- 1750–150 rpm
- vazão máxima no manual MTEC-01/01; o catálogo 2026 p.6 lista ainda o 10″
- 390 m³/h
- pressão de descarga máxima da série
- 22 kgf/cm²
Valores gerais publicados nos documentos indicados. Confirme modelo, rotação, fluido, materiais e vedação; os máximos não são simultâneos nem garantidos em toda configuração.
Perguntas frequentes
Que tipo de bomba é indicado para óleo?
Uma bomba de engrenagem, que é de deslocamento positivo. A série FBE cobre de 30 a 100.000 SSU, com a rotação escolhida pela viscosidade: 1.750 rpm até 250 SSU e 300 a 150 rpm, com polia ou redutor, de 50.000 a 100.000 SSU. O catálogo cita a FBE em refinarias, sistemas de lubrificação e queimadores de óleo.
A FBE atende óleos lubrificantes, hidráulicos e vegetais?
Sim, e a seleção sai da viscosidade, não do nome do óleo. O catálogo FBE 2026 cita sistemas de lubrificação, máquinas e equipamentos hidráulicos, queimadores de óleo, óleos em geral em refinarias, óleo BPF e óleo vegetal. A carcaça vai do ferro fundido ASTM A48 CL30 ao inox ASTM A743 CF8M, escolhida pelo óleo, pela temperatura e pela pressão.
Por que escolher engrenagem em vez de centrífuga para óleo?
Com óleo viscoso, a centrífuga perde altura, vazão e rendimento em relação à água, segundo o Hydraulic Institute. Na bomba de engrenagem, a viscosidade maior reduz o escorregamento interno e aumenta o rendimento volumétrico, enquanto a potência de atrito sobe. O catálogo da FBE tabela a rotação e o rendimento por viscosidade. Compare as duas no mesmo ponto de operação.
Qual bomba usar para transferência de óleo pesado (BPF)?
Uma bomba de engrenagem com rotação escolhida pela viscosidade na partida e no regime. Na FBE, de 2.500 a 7.500 SSU a rotação é 850 rpm, com acionamento direto; acima de 7.500 SSU, passa a 700 rpm ou menos, com polia ou redutor, a partir da 1.1/2″ (catálogo FBE 2026, p.5). Informe a relação viscosidade–temperatura do fornecedor do óleo e o aquecimento disponível: a FBE de 1.1/2″ a 6″ tem câmara de aquecimento.
Qual bomba de engrenagem usar para óleo hidráulico ISO VG 46?
ISO VG 46 indica cerca de 46 cSt a 40 °C, abaixo do limite de 300 SSU da conversão aproximada do catálogo; converta pelo gráfico de conversão do catálogo ou pela calculadora de viscosidade. Se o óleo ficar entre 30 e 250 SSU na temperatura de bombeamento, a FBE de 1/8″ a 1″D pode girar a 1.750 rpm; entre 250 e 2.500 SSU, a rotação é 1.150 rpm. O diâmetro sai da vazão e da pressão, até 22 kgf/cm² na série.
Como converter ISO VG em SSU para usar a tabela da FBE?
O grau ISO VG classifica o óleo pela viscosidade cinemática a 40 °C, em cSt, e o número acompanha esse nível: a série vai do ISO VG 2 ao ISO VG 3200, para 2 a 3.200 cSt (ASTM D2422). Acima de 300 SSU, o catálogo FBE 2026 (p.5) usa SSU = cSt × 4,635: ISO VG 68 dá cerca de 315 SSU e ISO VG 680, cerca de 3.150 SSU, ambos a 40 °C. Se a temperatura de bombeamento for outra, use a viscosidade da ficha do óleo nessa temperatura antes de escolher a linha da tabela.
Posso usar a mesma bomba FBE para óleo quente e óleo frio?
Sim, se a rotação e o diâmetro cabem na linha da tabela da condição mais viscosa, que costuma ser a partida a frio. Um óleo que passa de 2.500 SSU ao esfriar sai da linha de 1.150 rpm para a de 850 rpm, e acima de 7.500 SSU precisa de polia ou redutor. Se isso não for aceitável, a alternativa é manter o óleo aquecido, com a câmara de aquecimento da FBE de 1.1/2″ a 6″.
A FBE pode assumir o serviço de uma bomba de engrenagem importada já instalada?
Pode ser avaliada com placa, desenho e dados do processo. Conexões, base, acoplamento, rotação, materiais e vedação precisam ser compatíveis. Na FBE, os bocais são de rosca BSP até 1″ e de flange ANSI B16.5 150 lbs a partir de 1.1/2″, o que ajuda a comparar com a tubulação existente. Há modelos FBE em estoque; a cotação confirma adaptações e disponibilidade. Não há equivalência automática apenas pela bitola.
A bomba FBE funciona com óleo queimado ou residual para reciclagem?
Só depois de caracterizar o óleo. O manual MTEC-01/01 (item 2.3) manda consultar a FB quando o fluido tem sólidos em suspensão, e o óleo usado pode ter água, partículas e outros contaminantes. Envie viscosidade e temperatura, teor de água e de sólidos, o tamanho das partículas conhecido e o destino do óleo. Com esses dados, a engenharia avalia tecnologia, materiais das buchas e vedação.
Qual a diferença prática entre FBE e FBEI para bombeamento de óleo?
A FBE tem duas engrenagens externas de dentes helicoidais e vai de 1/8″ a 6″, com a rotação da tabela por viscosidade, de 1.750 a 150 rpm. A FBEI trabalha com uma engrenagem dentro da outra; a série padrão usa redutor e gira em baixa rotação (catálogo FBEI 2026, p.2 a p.4). O manual MAN001-10 traz 10 modelos de 1″ a 4″, e o catálogo lista bitolas de 1.1/2″ a 6″. Compare as duas no mesmo ponto de operação, com os limites de cada catálogo, que não valem ao mesmo tempo.
Qual bomba de circulação serve a fabricantes de óleo lubrificante?
Uma bomba de engrenagem cobre esse serviço quando o mesmo parque move graus de ISO VG 68 a ISO VG 680, e a FBE atende as duas faixas: cerca de 315 SSU a 1.150 rpm e cerca de 3.150 SSU a 850 rpm, ambos a 40 °C (catálogo FBE 2026, p.5). O catálogo cita a FBE em sistemas de lubrificação e em óleos em geral. Dimensione pelo óleo mais viscoso e pela temperatura mais baixa de operação.
Qual o sistema de acionamento de uma bomba de engrenagem para óleo?
Na FBE, a FB fornece acionamento direto no motor elétrico ou no motor-redutor, os dois com acoplamento flexível sobre base metálica (catálogo FBE 2026, p.4). Até 7.500 SSU a tabela usa transmissão direta, de 1.750 a 850 rpm. Acima disso, a rotação cai para 700 a 150 rpm, com polia ou redutor. O manual MTEC-01/01 também prevê motor a combustível e protetor de acoplamento anti-centelhante.
Catálogo e manual têm funções diferentes
O catálogo apresenta a linha; o manual contém instruções e tabelas das configurações documentadas. Os limites da execução selecionada devem constar da proposta e da folha de dados.
Fontes e revisão do conteúdo
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Documentação e próximos passos
Consulte o documento da linha e os cenários relacionados antes de definir o conjunto.
Vamos avaliar sua aplicação
Informe fluido, vazão, pressão diferencial, temperatura e viscosidade na partida e em operação. Para reposição, inclua placa e dimensões da instalação.


